Alaíde Martins: pioneirismo e fé em Goioerê
Podcast “Gerson Convida” relembra a trajetória de Alaíde Martins, pioneira de Goioerê e dona da primeira floricultura da cidade.

A história de Goioerê se confunde com a trajetória de seus pioneiros. Entre eles, destaca-se Alaíde Martins dos Santos, baiana de Jequié que chegou à cidade ainda criança, acompanhada de oito irmãos. Desde então, a família desbravou a região, abriu caminhos no meio das matas e ajudou a construir uma comunidade marcada pelo esforço e pela esperança.
Com o passar dos anos, Alaíde se tornou referência no comércio local. Ela foi proprietária da primeira floricultura da cidade, empreendimento que marcou época. Além disso, enfeitar festas de casamento era uma atividade que movimentava Goioerê e proporcionava momentos de alegria para muitas famílias. Assim, sua dedicação ao trabalho fortaleceu os laços comunitários e deu cor às celebrações.
Paralelamente, Alaíde sempre se destacou pela fé. Católica fervorosa, dedicou boa parte de sua vida à igreja, onde continua atuando com entusiasmo. Por esse motivo, sua ligação com a comunidade religiosa é profunda e se reflete em inúmeras histórias vividas ao lado de padres e fiéis. Entre eles, o padre Luigi Depaoli, figura conhecida em toda a região, tornou-se um grande amigo. Consequentemente, a amizade rendeu memórias que Alaíde guarda com carinho e que ajudam a contar a história da cidade.
Nesta semana, o radialista Gerson de Brito, da Rádio 104 FM, recebe Alaíde como convidada especial em seu podcast “Gerson Convida”. Durante a entrevista, ela compartilha lembranças de sua infância, fala sobre os desafios enfrentados na chegada a Goioerê e relembra momentos marcantes de sua trajetória. Dessa forma, o programa oferece ao público a oportunidade de conhecer mais sobre uma mulher que ajudou a moldar a identidade local.
O episódio já está disponível e pode ser acessado pelo link divulgado pela emissora. Ao assistir e compartilhar, os ouvintes contribuem para preservar a memória de uma pioneira que transformou a cidade com trabalho, fé e dedicação. Por fim, a participação de Alaíde reforça o valor das histórias pessoais na construção da memória coletiva de Goioerê.
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