Nesta segunda-feira, 13 de abril, celebra-se o Dia do beijo em vários países. Afinal, o beijo representa amor, carinho e afeto de forma universal. Porém, a origem da data guarda três versões diferentes. A primeira vem de uma lenda italiana do século 19. Um jovem chamado Enrico Porchelo teria beijado todas as mulheres do seu vilarejo. Um padre, incomodado com a fama do rapaz, ofereceu um prêmio. Ele pagaria para a primeira mulher que não tivesse recebido o beijo de Porchelo. Ninguém apareceu. Portanto, acredita-se que o tesouro continua escondido na Itália até hoje.
A segunda versão liga o beijo ao cinema. Em 13 de abril de 1896, lançaram o filme “O Beijo”. Trata-se de um curta-metragem de apenas 18 segundos. A obra reconstitui o beijo final do musical “The Widow Jones”. Esse filme foi um dos primeiros exibidos comercialmente ao público. A terceira versão é mais recente. Ela celebra o beijo mais longo já registrado. Um casal tailandês se beijou por mais de 58 horas em 2013. Contudo, essa competição ocorreu em fevereiro, não em abril. De qualquer forma, o Dia do beijo reforça a importância desse gesto em nossas vidas.
Ninguém sabe exatamente onde o beijo surgiu. A história muda conforme a cultura e o período histórico. No entanto, um artigo da revista Science (2023) trouxe uma descoberta importante. O beijo já existia na Antiguidade, no Oriente Médio. O primeiro registro documentado apareceu na Mesopotâmia por volta de 2.500 a.C. Naquela época, amigos e familiares trocavam beijos como saudação. Algumas culturas usavam o gesto como sinal de reverência e respeito.
Na Idade Média, a Igreja Católica proibiu o beijo. A instituição o considerava um ato pecaminoso. Por outro lado, no Renascimento, o beijo voltou com força. Artistas e escritores o retrataram como um gesto romântico e sensual. Nos séculos 19 e 20, a sociedade tornou o beijo público e aceito entre casais. O cinema, a televisão e a publicidade o popularizaram ainda mais. Atualmente, o beijo transcende culturas e idiomas. Ele promove conexão humana real e celebra o contato físico.
O beijo não traz apenas prazer emocional. A ciência comprova efeitos positivos no corpo e na mente. Primeiro, o beijo libera dopamina e serotonina. Esses neurotransmissores geram satisfação e prazer. Além disso, a ocitocina, outro hormônio liberado, reduz o estresse e a ansiedade. Assim, quem beija regularmente melhora o humor e a autoestima.
O beijo também movimenta cerca de 30 músculos faciais. Consequentemente, tonifica a face e previne rugas. Dependendo da intensidade, o beijo queima de duas a seis calorias por minuto. Esse exercício beneficia a saúde cardiovascular. O beijo melhora a circulação do sangue e diminui a pressão arterial. Ademais, as endorfinas liberadas aliviam dores de cabeça e cólicas menstruais. O beijo aumenta a produção de saliva. Dessa forma, ajuda a limpar os dentes e prevenir cáries. Por fim, a troca de bactérias pela saliva fortalece o sistema imunológico. O corpo cria anticorpos e aumenta a resistência a doenças. Portanto, neste Dia do beijo, beije quem você ama. O gesto faz bem ao coração e à alma.
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