Cãozinho garantiu que vítima fosse resgatada pelos bombeiros Foto: BOMBEIROS/DIVULGAÇÃO
Um cachorro ajudou a salvar a vida de uma idosa de 66 anos em Padre Carvalho, no norte de Minas Gerais. Ontem, 19/02, por volta das 18h, o animal insistiu em conduzir a irmã da vítima até uma cisterna desativada, com cerca de 13 metros de profundidade, onde a mulher havia caído. A atitude acelerou o pedido de socorro e permitiu que o Corpo de Bombeiros realizasse um resgate seguro e ágil.
Segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, a idosa deixou a casa da irmã, que mora nas proximidades, dizendo que verificaria algo em sua própria residência e voltaria em seguida. Como a demora se prolongou, a familiar decidiu procurá-la. Nesse momento, o cachorro da vítima começou a agir de forma incomum e, repetidas vezes, caminhou até o local do poço, como se quisesse indicar um caminho.
Ao seguir o animal, a irmã escutou os pedidos de ajuda vindos do fundo da cisterna: “Socorro, me tire do buraco”. Imediatamente, ela acionou os bombeiros. A ligação ocorreu por volta das 18h, e, a partir daí, cada minuto contou para que o resgate transcorresse com segurança.
Quando a equipe chegou, constatou que a mulher permanecia consciente no fundo da estrutura. Diante do cenário, os militares montaram rapidamente um sistema de resgate com acesso controlado ao interior da cisterna e, em seguida, iniciaram o içamento. O procedimento exigiu técnica e atenção, sobretudo porque o poço estava seco, o que aumenta o risco de queda de detritos e novas lesões durante a manobra.
Pouco depois, os bombeiros retiraram a idosa do local. Apesar do susto e das dores intensas em um dos braços, ela se manteve consciente durante todo o atendimento. Logo na sequência, os profissionais conduziram a vítima à Santa Casa de Montes Claros, onde a equipe médica de plantão assumiu os cuidados. Até o fechamento deste texto, não havia atualização sobre o quadro clínico além da informação inicial de dor no braço.
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Após o resgate, as autoridades isolaram a área. Além disso, os bombeiros orientaram os familiares sobre a necessidade de vedar a cisterna de maneira adequada e permanente. A recomendação inclui tampa resistente, travas ou grades, sinalização visível e inspeções periódicas. Essas medidas reduzem drasticamente o risco de novos acidentes, especialmente em propriedades onde convivem idosos, crianças e animais.
Em casos como esse, o tempo de resposta costuma definir o desfecho. Aqui, o cachorro funcionou como um “alarme” vivo: chamou a atenção da família, guiou a irmã e, consequentemente, encurtou o caminho até o socorro. Embora situações assim não sejam comuns, elas ilustram o quanto a observação de comportamentos atípicos dos animais pode fazer diferença em emergências domésticas.
Cisternas desativadas, poços e fossas representam riscos frequentes em áreas urbanas e rurais. Por isso, vale reforçar cuidados simples e efetivos:
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