A campanha “Não dê esmola, dê dignidade” mobiliza a cidade de Campo Mourão. A Secretaria Municipal de Assistência Social lidera a iniciativa. Para isso, a Prefeitura firmou parceria com a Acicam, a Polícia Militar e a Câmara de Vereadores. A Secretaria Municipal de Saúde também participa da ação. O objetivo é conscientizar a população sobre um novo comportamento. Assim, as pessoas devem encaminhar os moradores de rua aos serviços especializados. Dessa forma, a cidade substitui a prática da esmola por atendimento digno.
A preocupação com o aumento da população de rua motivou a iniciativa. Dados da rede de assistência revelam números expressivos. Por exemplo, o município realiza cerca de 200 atendimentos mensais. A Casa de Passagem, o Centro POP e o CAPS AD prestam esses serviços. Os profissionais oferecem acolhimento social e alimentação. Eles também disponibilizam higiene pessoal e atendimento psicossocial. Além disso, a rede faz encaminhamento ao mercado de trabalho. Os serviços incluem tratamento para dependência química. O município também fornece passagens para retorno à cidade de origem. Por fim, há acolhimento temporário para quem necessita. Em média, 100 pessoas por mês recebem atendimento especializado.
O Centro POP oferece atendimento básico e acolhimento diurno. Já a Casa de Passagem disponibiliza acolhimento noturno, jantar e café da manhã. As equipes de abordagem social atuam em horários alternados. Elas realizam busca ativa pelas ruas. Os profissionais também orientam as pessoas em situação de vulnerabilidade. Antes do lançamento da campanha, a Prefeitura alinhou a proposta com o Ministério Público. O município mantém estrutura completa de atendimento. Consequentemente, oferece suporte adequado conforme exige a legislação. Portanto, a cidade cumpre seu papel social.
Outro ponto preocupa os órgãos envolvidos na campanha. Campo Mourão tem recebido pessoas encaminhadas de municípios vizinhos. Esse fluxo aumenta a demanda pelos serviços socioassistenciais locais. A campanha reforça que a esmola não ajuda ninguém. Ela não contribui para a superação da vulnerabilidade social. Por outro lado, o atendimento profissional faz a diferença. A orientação é clara: encaminhe essas pessoas aos serviços especializados. Lá, elas recebem atendimento digno e acolhimento. Elas também encontram oportunidades de reinserção social. Dessa maneira, o ciclo da vulnerabilidade pode ser quebrado.
A população também pode colaborar de outras formas. Por exemplo, ela pode fazer doações de roupas masculinas. Agasalhos também são bem-vindos. Os donativos devem seguir para a Casa de Passagem. O Centro POP também recebe as doações. Dessa forma, a comunidade fortalece o trabalho da rede de assistência. Por fim, a campanha “Não dê esmola, dê dignidade” pede engajamento de todos. Afinal, a luta contra a vulnerabilidade social exige união
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