Na manhã deste domingo, 22 de março, a Polícia Militar registrou um furto de carga em uma propriedade rural em Perobal. O proprietário da granja, um homem de 43 anos, identificou o desvio de insumos após auditoria inicial. Primeiramente, ele encontrou anúncios do material sendo vendido em redes sociais. Imediatamente, acionou a polícia para denunciar o crime. Diante disso, os agentes planejaram uma estratégia para recuperar os produtos. Além disso, combinaram todos os detalhes da operação com a vítima.
Simulação de compra leva aos suspeitos
Com o apoio da equipe policial, a vítima intermediou uma compra fictícia do material. Os suspeitos, então, marcaram o local e horário para entregar a mercadoria. Ao chegarem, os policiais abordaram um ex-funcionário da granja, de 42 anos. Além dele, um comparsa de 20 anos também estava no local. No momento da abordagem, os agentes localizaram oito sacos contendo ração para aves. A apreensão, portanto, totalizou 332 quilos do produto.
Ex-funcionário apresenta versão contestada
O ex-funcionário, ao ser questionado, alegou que a retirada do material teria sido autorizada. No entanto, a vítima contestou veementemente essa versão durante o depoimento. Ela afirmou que nunca autorizou a retirada de qualquer insumo. Além disso, apresentou documentos que comprovavam a propriedade do material. Consequentemente, a versão do suspeito perdeu completamente a credibilidade.
Estimativa de prejuízo pode chegar a 18 toneladas
Após auditoria completa do lote, a vítima fez uma descoberta preocupante. A estimativa total do prejuízo, segundo ela, pode chegar a 18 toneladas de ração. Esse volume, sem dúvida, representa um valor significativo para a propriedade. A investigação, portanto, seguirá para apurar a extensão exata do desvio. A polícia também buscará identificar outros possíveis envolvidos no esquema.
Encaminhamento à delegacia
Os suspeitos e o material apreendido seguiram imediatamente para a Delegacia de Polícia Civil. Lá, a autoridade policial lavrará o flagrante pelos crimes cometidos. O ex-funcionário e seu comparsa, então, responderão por furto qualificado. A ração recuperada, por sua vez, será devolvida ao proprietário após os trâmites legais. Por fim, a Polícia Civil dará continuidade às investigações para localizar os demais produtos furtados.
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