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Goioerê intensifica combate ao Aedes aegypti com 112 ovitrampas

A Administração Municipal de Goioerê, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, intensificou as ações contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O trabalho de monitoramento ocorre com a instalação de ovitrampas em todas as regiões da cidade.

De acordo com o levantamento mais recente, foram distribuídas 112 armadilhas de forma estratégica nos bairros. Além disso, 62 delas apresentaram resultado positivo para ovos do mosquito, o que representa um índice de positividade de 62%. Esse número acende um alerta para a população, indicando intensa circulação do vetor e alto risco de transmissão das arboviroses. Portanto, nenhuma região da cidade está livre do risco.

Uso das ovitrampas

Segundo a Secretaria de Saúde, as ovitrampas permitem identificar áreas com maior concentração do mosquito. Com isso, as equipes direcionam de forma mais eficiente as ações de controle, como visitas domiciliares, orientação aos moradores, eliminação de criadouros e aplicação de medidas de bloqueio quando necessário.

“O mapeamento nos ajuda a planejar as ações de campo de maneira mais estratégica, priorizando as regiões com maior positividade. Mas é fundamental deixar claro que nenhuma ação do poder público será suficiente sem a colaboração da população”, destacou o secretário de Saúde, Orlando Baggio.

Focos dentro das residências

O secretário reforçou que a maioria dos focos do mosquito está dentro das casas. “O Aedes aegypti se reproduz principalmente em recipientes com água parada nos quintais e no interior das residências. Pratos de plantas, calhas entupidas, caixas d’água mal vedadas, ralos descobertos e entulhos acumulados são ambientes ideais para a proliferação do mosquito. Cada morador precisa assumir sua responsabilidade nesse combate”, alertou.

Dessa forma, o poder público reforça que a participação da comunidade é decisiva para reduzir os índices de infestação.

Ações permanentes

O Governo Municipal informa que o monitoramento continuará sendo realizado de forma permanente. Além disso, novas ações poderão ser adotadas conforme a evolução dos indicadores.

A atitude da população define o resultado. O monitoramento mostra onde está o risco, mas o fim da dengue depende das ações diárias de cada cidadão”, concluiu Orlando Baggio.

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Redação 104 News

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