A Polícia Militar prendeu um homem por feminicídio na noite deste domingo (5). Concretamente, o crime aconteceu na Avenida Roberto Silveira, em Umuarama. O suspeito, de 36 anos, confessou o assassinato da companheira. A vítima, por sua vez, era uma mulher de 50 anos.
A prisão aconteceu por volta das 22h20. Primeiramente, testemunhas ouviram a confissão do homem dentro de um bar. Em seguida, elas acionaram a Polícia Militar imediatamente. Os policiais, então, se dirigiram à residência do casal. O suspeito, no entanto, não estava presente no local.
Ao chegarem ao imóvel, os agentes sentiram um odor forte. Posteriormente, identificaram a origem do cheiro. Eles decidiram fazer uma verificação minuciosa. Finalmente, encontraram o corpo da vítima no banheiro. A mulher estava em estado avançado de decomposição.
O cadáver estava ocultado sob lonas plásticas. Além disso, o banheiro serviu de local para esconder o crime. A perícia, logo após, confirmou se tratar de um feminicídio. O homem confessou os detalhes horas depois. A motivação, segundo ele, foi um ciúme doentio.
O crime aconteceu no dia 30 de dezembro. Mais especificamente, entre 16h e 18h daquela terça-feira. O agressor matou a companheira a golpes de chutes. Em síntese, ele a agrediu violentamente dentro da própria casa. Depois, decidiu esconder o corpo.
A polícia localizou o homem pouco tempo depois. Inicialmente, ele estava embriagado em uma via pública. Os policiais o abordaram e prenderam em flagrante. Curiosamente, o suspeito usava uma tornozeleira eletrônica. No entanto, o dispositivo não impediu o crime.
Ele já possui um extenso histórico criminal. Por exemplo, suas passagens incluem dano e violência doméstica. A tornozeleira era de um processo anterior. Portanto, o equipamento falhou em proteger a vítima.
Os policiais isolaram toda a área da residência. Em paralelo, a Polícia Científica realizou a perícia noturna. Eles coletaram provas e documentaram a cena. Posteriormente, o corpo foi removido pelo IML. Os peritos farão exames necroscópicos.
O suspeito seguiu para a 7ª Subdivisão Policial. Lá, os investigadores farão o interrogatório formal. Eles vão apurar todos os detalhes deste crime. Consequentemente, a delegacia deve pedir a prisão preventiva.
Moradores da região afirmaram não desconfiar. De fato, eles não ouviram brigas na última semana. A descoberta, entretanto, chocou todos os vizinhos. A praça Tamoio fica nas proximidades. Assim, o caso trouxe medo para a comunidade.
A polícia elogiou a atitude das testemunhas. Sem dúvida, a denúncia foi crucial para a prisão. A população deve sempre reportar comportamentos suspeitos. Dessa forma, ações podem salvar vidas.
O caso agora está nas mãos da Polícia Civil. Atualmente, os investigadores reconstituem a linha do tempo. Eles querem saber como o corpo permaneceu oculto. Da mesma forma, a relação do casal será aprofundada.
O feminicídio continua sendo um grave problema. Este caso, especificamente, expõe falhas no monitoramento. A sociedade, portanto, exige justiça e medidas efetivas. Em resumo, a violência doméstica frequentemente termina em tragédia.
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