Identificada vítima de feminicídio; autor com histórico de violência segue foragido
Sara Leonilda de Luccas, de 25 anos, foi morta a tiros pelo ex-companheiro no domingo (22). Homem de 39 anos fugiu em moto escura e veste jaqueta vermelha....

A Polícia Civil identificou a jovem morta a tiros em Iporã na noite de domingo, 22 de março. Sara Leonilda de Luccas, de 25 anos, foi a vítima do feminicídio ocorrido no bairro Multirão. Primeiramente, a equipe policial recebeu o chamado por volta das 22h. Ao chegar ao local, os agentes constataram que a vítima já estava em óbito. Além disso, ela apresentava cerca de três perfurações por arma de fogo na região da cabeça.
Familiares presenciaram o crime
O autor, um homem de 39 anos, chegou à residência em estado alterado. Ele possuía histórico criminal e registros anteriores de violência doméstica contra a ex-companheira. Antes de efetuar os disparos, o agressor agrediu dois familiares que tentaram intervir na situação. Consequentemente, ninguém conseguiu impedir a tragédia. Durante a ação criminosa, crianças que estavam no imóvel também correram risco de vida. A família, portanto, vive momentos de profunda dor.
Fuga e características do suspeito
Após cometer o crime, o homem fugiu rapidamente do local. Ele utilizou uma motocicleta escura para escapar. No momento da fuga, vestia uma jaqueta vermelha, segundo informações colhidas pelas autoridades. Até o momento, porém, o suspeito permanece foragido. Equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar realizam buscas intensas em toda a região. A Delegacia de Polícia Civil de Iporã assumiu a investigação do caso.
Perícia e Instituto Médico Legal
A polícia isolou a área do crime imediatamente para o trabalho da perícia. Os peritos recolheram cápsulas de munição calibre 9mm deflagradas no local. Em seguida, o Instituto Médico Legal (IML) recolheu o corpo de Sara. A previsão é que o IML libere o corpo ainda hoje para os familiares. Eles, então, poderão realizar os atos fúnebres e dar o último adeus.
Busca segue em andamento
As forças de segurança continuam mobilizadas na caçada ao criminoso. Denúncias anônimas, portanto, podem ajudar nas investigações. A população deve repassar qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito. O homem possui registros anteriores de violência contra a vítima. Consequentemente, as autoridades consideram que ele representa risco à sociedade. A Justiça, agora, precisa ser feita.
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