Idosa de 72 anos é presa em Goioerê após remover tornozeleira eletrônica
Polícia Militar cumpriu mandado de prisão contra mulher no bairro Vila Candeias. Ela retirou dispositivo de monitoramento irregularmente e agora está à disposição da Justiça.

Na tarde desta segunda-feira, 16 de março, a Polícia Militar realizava patrulhamento de rotina em Goioerê. Por volta das 17h, os agentes passavam pelo bairro Vila Candeias. Durante o deslocamento, avistaram uma mulher em atitude suspeita. Imediatamente, decidiram abordá-la para verificação de rotina. Primeiramente, pediram seus documentos pessoais. Em seguida, consultaram os sistemas informatizados da segurança pública.
Sistema aponta mandado de prisão ativo
A consulta revelou uma informação surpreendente para os policiais. Existia um mandado de prisão expedido contra a mulher. A Vara Criminal da Comarca de Goioerê havia emitido a ordem judicial. Diante disso, os agentes confirmaram a pendência no sistema. A suspeita, de 72 anos, deveria estar sob monitoramento eletrônico. No entanto, os policiais perceberam algo irregular durante a abordagem.
Tornozeleira eletrônica removida irregularmente
Ao verificar o equipamento de monitoramento, a equipe constatou a remoção indevida. A idosa havia retirado a tornozeleira eletrônica sem autorização judicial. Esse fato agravou ainda mais sua situação legal. Portanto, os agentes deram voz de prisão à mulher. Ela não ofereceu resistência durante todo o procedimento.
Procedimentos legais após a prisão
Após a abordagem, os policiais conduziram a detida para exames periciais. Primeiramente, ela passou por laudo de corpo de delito. Em seguida, seguiu para o Departamento Penitenciário (DEPEN). Lá, permanecerá à disposição da Justiça. A Vara Criminal de Goioerê decidirá os próximos passos do caso. Além disso, a remoção irregular da tornozeleira pode gerar novas acusações.
Resultado da ocorrência
A ação da Polícia Militar resultou no cumprimento de um mandado judicial. Uma idosa de 72 anos agora responde por descumprimento de medidas legais. O caso reforça a importância do monitoramento eletrônico e da fiscalização constante.
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