O Paraná iniciou 2026 com a campanha Janeiro Roxo. Consequentemente, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) intensifica ações contra a hanseníase. Durante todo o mês, a iniciativa promove prevenção e diagnóstico precoce. Além disso, combate ativamente o estigma associado à doença.
A Sesa reforça que a hanseníase tem cura. Ademais, o tratamento é totalmente gratuito pelo SUS. O diagnóstico precoce, portanto, é essencial para evitar incapacidades. Igualmente importante, ele reduz a transmissão comunitária da doença.
Por isso, a campanha amplia a busca ativa de casos suspeitos. Paralelamente, intensifica a investigação de contatos de pacientes. Dessa forma, a rede de saúde pode interromper cadeias de transmissão.
Entre as medidas estão exames de contatos regulares. Posteriormente, profissionais realizam avaliação neurológica simplificada. Também qualificam registros no sistema Sinan.
O Plano Estadual orienta uma busca ativa intensificada. Especificamente, em populações consideradas mais vulneráveis. Por exemplo, pessoas em situação de rua. Da mesma forma, a população privada de liberdade. Por fim, comunidades indígenas.
“O Janeiro Roxo combate ativamente o estigma”, destacou Beto Preto (foto). Segundo o secretário, a informação correta garante procura por serviços. Assim, as pessoas vão aos postos sem medo. Principalmente porque sabem que a doença tem cura.
Adicionalmente, a hanseníase deixa de ser transmissível rapidamente. Isto é, logo após o início do tratamento adequado. Portanto, o medo não deve impedir o diagnóstico.
A campanha prioriza atividades educativas em vários locais. Primeiramente, nas Unidades de Saúde e salas de espera. Também em serviços de imunização e espaços comunitários.
A população recebe orientações sobre sinais e sintomas. Por exemplo, manchas na pele com perda de sensibilidade. Outros indícios são formigamentos e dores nos nervos.
Durante o mês, municípios podem promover uma ação específica. Trata-se do “Dia da Mancha e dos Nervos”. Essa iniciativa avalia pessoas com sinais suspeitos.
Consequentemente, identifica alterações cutâneas precocemente. Para isso, utiliza questionários de suspeição. Além disso, aplica avaliação neurológica simplificada.
O fortalecimento das ações inclui treinamentos constantes. Ou seja, para profissionais da Atenção Primária. Igualmente, para agentes comunitários de saúde.
Da mesma forma, equipes de vigilância recebem capacitação. Não apenas isso, trabalhadores do sistema prisional também. Por fim, equipes de saúde indígena completam o grupo.
Os cursos abordam vigilância e diagnóstico preciso. Além disso, ensinam manejo clínico adequado. Finalmente, focam na prevenção de incapacidades físicas.
As iniciativas contribuem para metas do Plano Estadual. Simultaneamente, alinham-se ao Programa Provigia Paraná. Entre os objetivos, reduzir casos novos com incapacidade grave.
Outra meta importante é ampliar o exame de contatos. Para isso, a rede deve ser ágil e acolhedora.
A Sesa recomenda busca imediata por unidades de saúde. Sobretudo se a pessoa apresentar sinais suspeitos. O acesso rápido ao diagnóstico garante a cura. Em resumo, também interrompe a transmissão comunitária.
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