O caso que chocou Balneário Camboriú com uma “chuva de dinheiro” ganha, agora, novos e dramáticos contornos. Um empresário, identificado como o dono da mala com R$ 429 mil arremessada do 30º andar, depôs à Polícia Civil . Ele revelou, primeiramente, que o montante seria usado para pagamento de propinas. Na sequencia, ele também admitiu que a ação inusitada foi motivada por uma briga envolvendo rachas de carros. Posteriormente, ele afirmou que terceiros teriam jogado o dinheiro pela janela para impedir um roubo. O celular do suspeito foi apreendido, e as investigações se aprofundam.
A polícia começa a desvendar o mistério por trás da mala que “voou” de um prédio em Balneário Camboriú. A polícia não divulgou o nome do empresário, mas ele confessou em depoimento que os R$ 429 mil tinham o objetivo de pagar propinas. Ele também admitiu que participou de rachas de carros com outros indivíduos.
De acordo com o depoimento, uma briga teria eclodido no apartamento do 30º andar. Um dos envolvidos na discussão teria tentado subtrair a mala com o dinheiro. Para evitar o roubo, o empresário afirmou que “terceiros”, descritos como “homens de confiança”, tomaram a iniciativa de arremessar a mala pela janela. A ideia seria impedir que os brigões levassem a quantia. No entanto, o dinheiro se espalhou e, até o momento, a polícia não o recuperou totalmente.
A Polícia Civil de Santa Catarina, agora à frente da investigação, agiu prontamente, apreendendo o celular do empresário. Esta medida crucial visa coletar mais evidências, buscando esclarecer os pormenores da briga, a origem exata do expressivo montante e o destino final da propina mencionada. Diante do cenário complexo que se desenha, a polícia já trabalha com a hipótese de diversos crimes em potencial, que incluem:
Não apenas o empresário, mas também os “terceiros” que, segundo ele, foram os responsáveis por arremessar a mala, estão igualmente sob investigação, buscando-se entender o papel de cada um nesse episódio.
Informações revelam que o empresário já tem um histórico que chama a atenção. Ele já foi, anteriormente, investigado por envolvimento em “rinha de galos”.
Balneário Camboriú, com sua alta densidade e movimentação financeira, frequentemente se vê no centro de casos que envolvem grandes somas de dinheiro e, muitas vezes, atividades ilícitas. Este caso específico, começou como um evento bizarro, agora se revela uma complexa teia de crimes.
Com informações do G1
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