A Operação Modelo levou a Polícia Civil do Paraná (PCPR) a prender três investigados na manhã desta sexta-feira (3), em Umuarama e região. Além disso, a ação cumpriu mandados judiciais ligados a diferentes investigações conduzidas pela 7ª Subdivisão Policial.
A Polícia Civil coordenou a operação sob o comando do delegado Thiago Araium Pinheiro.
Além das investigações locais, os policiais também cumpriram um mandado de prisão preventiva em apoio à Delegacia de Campo Mourão. O alvo responde por investigação de roubo qualificado.
No distrito de Carbonera, em Maria Helena, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão domiciliar.
A investigação apura crimes de ameaça, vias de fato, porte ilegal de arma de fogo e disparo de arma.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito agrediu um adolescente e efetuou disparos de arma de fogo porque não aceitava o relacionamento entre a vítima e sua filha.
Além disso, os investigadores já haviam apreendido a motocicleta usada na fuga. Agora, a equipe busca localizar a arma utilizada no crime e reunir novas provas.
Em outra frente da operação, os policiais avançaram em uma investigação sobre estelionato praticado por meio das redes sociais.
De acordo com a Polícia Civil, o investigado utilizava um perfil no Instagram para oferecer falsas vagas em cursos e trabalhos como modelo de mechas.
Em seguida, ele exigia pagamentos antecipados por Pix. Depois disso, cancelava os procedimentos ou bloqueava as vítimas.
As investigações reuniram diversos boletins de ocorrência e identificaram pelo menos 14 crimes praticados em continuidade.
Além disso, a Justiça determinou o bloqueio do perfil na rede social e autorizou o sequestro de bens e ativos financeiros do investigado.
A operação também resultou na prisão preventiva de um homem investigado pelo furto da fiação elétrica da Associação de Pais e Amigos do Autista (AMA) de Umuarama.
Segundo a Polícia Civil, o crime provocou prejuízo estimado em R$ 6 mil e comprometeu temporariamente o atendimento de mais de 100 crianças com transtorno do espectro autista.
Durante as investigações, a equipe identificou o autor por meio da coleta de provas. Além disso, o suspeito possui antecedentes por crimes patrimoniais, incluindo roubo, e atualmente utiliza tornozeleira eletrônica.
Por fim, a Polícia Civil reforçou a importância da participação da comunidade no combate à criminalidade.
Além disso, a corporação orienta que denúncias podem ser feitas pelos canais oficiais, com garantia de sigilo para o denunciante.
Por Jaime Basso, presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP
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