A Polícia Civil do Paraná realizou uma prisão por violência doméstica na sexta-feira (8). A ação aconteceu em Cruzeiro do Oeste, na região central da cidade. A 17ª Delegacia Regional de Polícia conduziu toda a operação. Os agentes prenderam em flagrante um homem de 46 anos. Ele respondeu pelos crimes de descumprimento de medida protetiva de urgência. Além disso, respondeu por violência doméstica contra sua companheira. Dessa forma, o suspeito agora enfrentará a Justiça.
A ação policial começou após o relato da vítima. Uma mulher de 44 anos procurou a polícia para denunciar o agressor. Ela relatou que o autor invadiu sua residência sem autorização. O homem, de acordo com a vítima, tentou enforcá-la durante a invasão. Além disso, ele proferiu ameaças de morte contra ela. O suspeito utilizou um facão para intimidar a vítima. Também usou um dispositivo de eletrochoque, popularmente conhecido como “taser”. Portanto, a violência foi extrema e planejada.
Os policiais civis se deslocaram imediatamente até o endereço indicado. Durante a abordagem no imóvel, os agentes localizaram o suspeito. Ele não ofereceu resistência à prisão, de acordo com a polícia. Em seguida, os policiais realizaram buscas no local da invasão. Eles apreenderam um simulacro de pistola no imóvel. Um facão de grandes proporções também foi recolhido pelos agentes. O equipamento de eletrochoque, o taser, completou o material apreendido. Dessa maneira, as provas contra o agressor são robustas.
A vítima forneceu informações adicionais sobre o histórico do autor. O suspeito, segundo ela, já possuía registro de violência doméstica anterior. Um boletim de ocorrência antigo comprovava o histórico agressivo. Além disso, o autor enviou áudios com ameaças aos filhos da vítima. As mensagens de voz, de acordo com a investigação, continham palavras de efeito intimidador. Os filhos, portanto, também se sentiam ameaçados pelo agressor.
Após a prisão em flagrante, os agentes adotaram os procedimentos padrão. O homem de 46 anos foi encaminhado à Cadeia Pública de Umuarama (CPUMUA). O DEPPEN administra a unidade prisional no município vizinho. O suspeito permanecerá à disposição da Justiça no local. Ele aguardará os demais procedimentos legais na cadeia. A PCPR, por fim, reafirma seu compromisso com a sociedade. A corporação mantém o esforço na manutenção da ordem pública. O cumprimento das ordens judiciais é prioridade para a polícia. A repressão qualificada das infrações penais também segue em foco.
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