PARANA

Pedágio do Paraná adota cobrança automática a partir de hoje, 23/2

A cobrança automática estreia nas praças de pedágio do Paraná nesta segunda-feira, 23 de fevereiro, e motoristas já encontram pistas sinalizadas para quem utiliza tag veicular. A mudança busca reduzir filas e padronizar o atendimento; por isso, as concessionárias orientam o usuário a observar a sinalização local, ajustar a velocidade e posicionar o veículo corretamente nas faixas habilitadas.

Como vai funcionar nas praças

A partir desta segunda, as praças passam a operar com faixas destinadas ao pagamento automático via tag, que funciona por radiofrequência (RFID). Na prática, o motorista aproxima-se da cancela, e o sistema identifica a tag instalada no para-brisa; em seguida, debita o valor do pedágio no meio de pagamento cadastrado. Assim, o processo leva poucos segundos e evita o manuseio de dinheiro ou cartões.

Além disso, as concessionárias reforçam a importância de respeitar a sinalização de solo e de pórticos, porque cada praça pode organizar as pistas de forma distinta. Em geral, as faixas automáticas ficam à direita ou em corredores dedicados, mas a orientação oficial é seguir as placas. Enquanto a mudança avança, equipes de apoio permanecem nas praças para tirar dúvidas e orientar quem está migrando para a tecnologia.

Por segurança, você deve reduzir a velocidade antes da cancela; entretanto, não pare muito distante do laço de detecção. Caso o sistema não identifique a tag na primeira tentativa, avance um pouco até que a leitura ocorra; se persistir a falha, acione o atendimento no interfone da cabine.

Como aderir ao pagamento automático

Você pode contratar uma tag de várias operadoras autorizadas, que oferecem adesão 100% digital. Normalmente, o processo exige cadastro com CPF/CNPJ, placa, dados do veículo e um meio de pagamento (cartão ou saldo pré-pago). Depois da aprovação, a empresa envia o adesivo por correio; contudo, alguns pontos físicos também oferecem retirada imediata.

Instale a tag no para-brisa, preferencialmente atrás do retrovisor interno, seguindo as instruções do fabricante. Em carros com vidro atérmico, o ideal é posicionar o adesivo na área pontilhada (quando houver), porque ali a leitura costuma funcionar melhor. Em seguida, confirme a ativação no aplicativo e, se possível, faça um teste em estacionamentos parceiros antes da primeira viagem rodoviária.

Além do pedágio, muitas tags liberam acesso em estacionamentos de shoppings, hospitais e aeroportos; portanto, você ganha praticidade no dia a dia. Entretanto, avalie a política de tarifas, porque algumas operadoras cobram mensalidade, enquanto outras adotam modelo por uso.

Custos, descontos e limites de velocidade

Os valores de pedágio decorrem dos contratos de concessão e podem variar por praça e categoria de veículo; portanto, consulte o tarifário oficial nas plataformas das concessionárias antes de viajar. Em paralelo, as operadoras de tag aplicam suas próprias tarifas de serviço, como mensalidade, taxa de adesão, recarga ou taxa por transação; por isso, compare planos e calcule o custo total.

Em muitos modelos, usuários frequentes obtêm vantagens (como isenção de mensalidade acima de um número mínimo de usos mensais); contudo, leia as letras miúdas, porque regras e elegibilidade mudam entre empresas. Além disso, ative notificações no app para acompanhar cada débito e evitar surpresas na fatura.

Quanto à passagem nas faixas automáticas, você deve respeitar o limite indicado na sinalização; em geral, a leitura ocorre com o veículo quase parado, porque há cancela. Assim, mantenha distância do carro à frente e evite “colar” na traseira, já que isso pode atrapalhar a detecção e gerar riscos de colisão.

E se a tag não ler? Seus direitos e o passo a passo

Falhas podem acontecer por bateria fraca (em tags ativas), má instalação, saldo insuficiente ou interferência no vidro. Nesses casos, você deve:

  • Aproximar-se da cancela até a área de leitura e aguardar alguns segundos.
  • Reposicionar o veículo ligeiramente à frente se não houver leitura na primeira tentativa.
  • Acionar o interfone e informar o número da tag; a equipe consegue validar manualmente.
  • Conferir no aplicativo se há saldo, se a tag está ativa e se o cartão não venceu.
  • Solicitar suporte à operadora da sua tag se o problema persistir.

Você tem direito a atendimento e informação clara; entretanto, mantenha a calma e siga as orientações do operador. Caso um débito ocorra em duplicidade, registre o protocolo e peça estorno pela operadora da tag; se necessário, registre reclamação no canal da concessionária.

O que muda para quem ainda paga no dinheiro

Durante a transição, pistas manuais seguem sinalizadas conforme orientação das concessionárias; portanto, quem não usa tag continuará pagando com dinheiro ou cartão onde houver esse serviço. Ainda assim, a recomendação é planejar a viagem, porque o fluxo pode redistribuir entre faixas automáticas e manuais; logo, a experiência pode variar por horário e por praça.

Se você circula com baixa frequência, talvez prefira manter o pagamento avulso; contudo, se você passa por pedágio toda semana, a conta do automático geralmente compensa em tempo e comodidade. Além disso, a tag reduz o contato físico e agiliza o deslocamento em períodos de maior movimento.

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Redação 104 News

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