PF bloqueia R$10 mi em operação contra contrabando
A Polícia Federal combate o contrabando de agrotóxicos na Operação Circe II, cumprindo mandados e bloqueando bens de criminosos no Paraná.

A Polícia Federal combate o contrabando de agrotóxicos com a Operação Circe II. A corporação deflagrou a ação nesta quinta-feira (23). A operação visa desarticular um grupo criminoso na fronteira do Paraná. Consequentemente, as investigações apontam um esquema milionário de lavagem de dinheiro. A organização, por exemplo, utilizava empresas de fachada. Além disso, os criminosos ocultavam a origem ilícita dos valores.
Mandados e bloqueios em duas cidades
A Justiça Federal expediu quatro mandados de busca e apreensão para a operação. As equipes cumpriram as ordens em Terra Roxa e Iporã. Além disso, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis. As medidas incluem também o bloqueio judicial de contas bancárias. Os alvos, portanto, são sete investigados. Eles fazem parte da organização criminosa. O valor dos bloqueios pode chegar a R$ 10 milhões. Entre os bens constritos, aparecem imóveis residenciais e comerciais. Da mesma forma, veículos e ativos financeiros entraram na mira da Justiça.
Movimentação superior a R$ 30 milhões
As investigações revelaram números impressionantes da organização criminosa. O grupo, por exemplo, movimentou mais de R$ 30 milhões nos últimos anos. Para dificultar o rastreamento, os criminosos criaram um sistema sofisticado. Eles utilizavam empresas de fachada e contas bancárias de passagem. Esses mecanismos serviam para dissimular a origem dos recursos. Assim, a destinação do dinheiro ilícito ficava oculta.
Investigações seguem em andamento
A Polícia Federal coordenou a Operação Circe II por meio da Delegacia de Guaíra. As equipes, no entanto, seguem com as investigações. Elas buscam identificar outros envolvidos no esquema. O objetivo principal, portanto, é aprofundar a responsabilização criminal. A prática do contrabando de agrotóxicos gera graves riscos. Ela prejudica a saúde pública e o meio ambiente. Por fim, a PF reforça o combate a essas organizações. A região de fronteira continua sob monitoramento constante.
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