Piracanjuba inaugura uma das maiores fábricas de queijo do País no Paraná
Nova unidade em São Jorge do Oeste processará 1,2 milhão de litros de leite por dia. Investimento reforça industrialização do agronegócio e gera empregos.

O Paraná deu mais um passo estratégico na industrialização do agronegócio nesta quinta-feira, 26 de março. O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou da inauguração da nova unidade do Grupo Piracanjuba em São Jorge do Oeste, no Sudoeste do Estado. Primeiramente, a planta figura entre as maiores do Brasil no segmento de queijos. Além disso, reforça a cadeia produtiva do leite, setor em que o Paraná já ocupa a segunda posição nacional. Consequentemente, o investimento amplia a capacidade de processamento e gera oportunidades para toda a região.
Capacidade impressiona e promete expansão
A unidade inicia as operações com foco na produção de queijos e manteiga. No entanto, já há previsão de ampliação para itens de maior valor agregado. A planta processará 1,2 milhão de litros de leite por dia, número que impressiona. Além disso, produzirá lactose e concentrados proteicos, insumos utilizados em alimentos especiais e fórmulas infantis. O diretor de Relações Institucionais da Piracanjuba, Marcelo Costa Martins, explicou a escolha pela região. “Temos aqui uma bacia leiteira importante, com produtores que podem evoluir em produtividade”, afirmou.

Governador destaca políticas estaduais
Ratinho Junior enfatizou a importância do investimento para a economia regional. “A vinda da empresa fortalece ainda mais a nossa bacia leiteira”, declarou. Segundo ele, a planta consolida mais uma alternativa de renda, especialmente para a agricultura familiar. O governador também ressaltou a estratégia de industrialização do Estado. “O que nós queremos é industrializar tudo aquilo que produzimos na roça”, afirmou. Ele citou ainda investimentos em infraestrutura, como novas rodovias e uma futura ponte entre Verê e São Jorge do Oeste, para facilitar o escoamento da produção.
Ambiente favorável atraiu investimento
O secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, destacou o papel do programa Paraná Competitivo. “O Paraná desenvolveu programas que ajudam a atrair empresas em um cenário de disputa entre estados”, explicou. Só no ano passado, o Estado recebeu mais de R$ 15 bilhões em investimentos privados. Ao trazer uma indústria como essa, o Paraná ganha em empregos, geração de renda e arrecadação futura. Dessa forma, cria-se um ciclo positivo que fortalece toda a economia.
Impacto no desenvolvimento regional

O secretário das Cidades, Guto Silva, destacou o impacto transformador da nova unidade. “Essa é a maior planta de produção de queijos da América Latina”, afirmou. A estrutura, segundo ele, vai muito além, com produção de proteínas do leite e outros derivados de alto valor agregado. A bacia leiteira do Sudoeste já representa cerca de 30% da produção do Paraná. Uma indústria desse porte, portanto, dá segurança ao produtor para investir e ampliar a produção. Consequentemente, mais dinheiro circula nas cidades e mais desenvolvimento chega à região.

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