PM apura maus-tratos após bezerro morrer baleado
Polícia Militar apura maus-tratos contra animais após bezerro morrer baleado na cabeça; suspeito nega o disparo.

A Polícia Militar apura um caso de maus-tratos contra animais com resultado morte em Francisco Alves, na manhã de terça-feira (29). A equipe atendeu a ocorrência na Vila Rural Bem-te-vi, por volta das 11h30, após o proprietário procurar os policiais locais.
Relato do proprietário e testemunha
O proprietário relatou que duas bezerras de sua propriedade escaparam e que um vizinho testemunhou o momento do disparo contra um dos animais. Segundo a testemunha, ela viu a aproximação dos animais e o instante em que o suspeito efetuou o disparo contra a bezerra.
Constatação no local
Os policiais deslocaram-se até o endereço indicado e constataram o animal morto com uma perfuração na região da cabeça do corpo. O disparo de arma de fogo atingiu a bezerra nos fundos da horta de outro morador local, conforme informou a testemunha.
Versão do suspeito
Em contato com os policiais, o suspeito alegou que apenas espantou o animal para fora de sua propriedade naquele momento. Ele afirmou que agiu por causa de prejuízos recorrentes causados por criações na horta, mas negou a autoria do disparo. O homem também negou possuir armas de fogo e disse que não atirou contra o animal em nenhum momento da ocorrência.
Encaminhamentos à delegacia
Diante dos fatos e da intenção de representação do proprietário, os policiais conduziram o suspeito ao Pronto Atendimento para laudo. Os agentes não usaram algemas durante a condução, e o homem seguiu acompanhado das demais partes envolvidas até a unidade policial. Depois, a equipe encaminhou todos à Delegacia de Polícia Civil de Iporã para as providências cabíveis e os registros necessários.
Investigação e penalidades
A Polícia Civil de Iporã investiga o caso e poderá apurar a prática de maus-tratos contra animais com resultado morte. O suspeito pode responder por disparo de arma de fogo e por maus-tratos, conforme a legislação ambiental e penal em vigor no país. As autoridades orientam testemunhas a colaborar com informações e a procurar a delegacia para registrar detalhes do ocorrido na região.
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