No dia 4 de janeiro de 2026, moradores do Parque Alphaville I, em Umuarama, encontraram um corpo masculino em estado de putrefação. O cadáver estava dentro de um sofá abandonado na Rua Francisco Rodrigues Júnior. Logo após o achado, a Polícia Civil iniciou diligências para esclarecer o caso.
Desde então, os investigadores realizaram diversas ações e conseguiram identificar o autor do crime como C.L.C., de 44 anos. Além disso, a apuração revelou a identidade da vítima: Fernando Ribeiro da Silva, de 43 anos.
Segundo as investigações, o autor matou a vítima por meio de agressões físicas e espancamento. Apesar da negativa de autoria, os policiais reuniram provas contundentes que apontam para sua responsabilidade. Portanto, os indícios sugerem que a discussão ocorreu em contexto de consumo de álcool e drogas.
O crime aconteceu na residência da vítima, localizada na Rua Benvenuto Gazzi. De acordo com os investigadores, a morte ocorreu em 31 de dezembro, por volta das 23h. Após o homicídio, o autor e outras pessoas permaneceram na casa, mesmo com o corpo no ambiente.
Com o passar dos dias, o mau cheiro e o início da putrefação levaram os envolvidos a ocultar o cadáver. Em 2 de janeiro, por volta das 3h, eles colocaram o corpo dentro do sofá e arrastaram o móvel até a rua. Assim, decidiram abandonar o cadáver próximo à residência.
As investigações identificaram pelo menos quatro pessoas que participaram da morte, da ocultação e do abandono do corpo em via pública. Atualmente, a Polícia Civil trabalha para efetivar as prisões desses indivíduos.
Os policiais autuaram C.L.C. em flagrante no dia 6 de janeiro, às 23h, por integrar organização criminosa. Durante os interrogatórios, ele confessou ser membro ativo do Primeiro Comando da Capital (PCC). Por esse motivo, os agentes deram voz de prisão e o mantêm na cadeia pública de Umuarama, à disposição da Justiça.
Tanto o autor quanto a vítima nasceram em São Paulo, mas residiam em Umuarama. O autor não possui registros policiais no Paraná. Por outro lado, a vítima tinha diversas passagens por violência doméstica, incluindo ameaças e lesões corporais.
Na nota inicial da Polícia Militar, havia dúvida sobre o momento em que o corpo foi colocado no sofá. Segundo a Polícia Civil, o cadáver e o móvel foram levados juntos no dia 2 de janeiro. Ou seja, os envolvidos colocaram o corpo dentro do sofá ainda na casa da vítima e depois arrastaram o móvel até o local onde foi abandonado.
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