Um funcionário de 20 anos do setor administrativo de um supermercado desviou aproximadamente R$ 10 milhões dos cofres da empresa. Ele utilizou transferências PIX e boletos fraudulentos em um esquema que direcionava o dinheiro para plataformas de apostas online.
O jovem aproveitou sua posição de confiança para realizar transferências para contas de terceiros. Posteriormente, começou a inserir boletos falsos no sistema de pagamentos da empresa. A polícia já identificou três cúmplices e investiga a aquisição de bens em nome de outras pessoas.
Durante interrogatório, o suspeito confessou os desvios e alegou vício em jogos de azar. O delegado Rafael Moraes Tavares investiga se as apostas serviam realmente para sustentar o vício ou se eram uma forma de lavar o dinheiro.
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O caso pode resultar em mais de dez anos de prisão. As acusações incluem estelionato, furto mediante fraude, abuso de confiança, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Este caso ilustra como o vício em apostas está se tornando um motivador de crimes financeiros. A polícia ressalta que tais delitos não causam apenas prejuízos econômicos, mas também revelam uma crise de saúde mental que precisa ser enfrentada.
Fonte: Policia Civil do Paraná e Redação 104.News
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