COMERCIO E CIA

Código de Defesa do Contribuinte é sancionado e endurece regras para devedores

Foi sancionada a Lei Complementar 225/2026, que institui o Código de Defesa do Contribuinte no ordenamento jurídico brasileiro. A partir de agora, o texto passa a balizar, em âmbito nacional, a atuação do Fisco e o relacionamento com os contribuintes. Além disso, o dispositivo intensifica o combate a práticas reiteradas de inadimplência tributária, preservando, contudo, quem enfrenta dificuldades financeiras pontuais.

O que muda com a nova lei

Com a sanção, o Código consolida direitos e deveres dos contribuintes e define parâmetros para a fiscalização. Em especial, busca reduzir assimetrias entre entes federativos e uniformizar procedimentos. Desse modo, o contribuinte passa a ter mais previsibilidade, enquanto o Fisco ganha diretrizes claras para agir com eficiência e transparência.


Clique aqui, siga-nos no WhatsApp e Continue acompanhando o 104.news.

Mais segurança jurídica e menos litígios

Além de organizar regras e fluxos, a norma aposta na prevenção de conflitos. Ao criar balizas objetivas, pretende diminuir disputas administrativas e judiciais, aumentar a segurança jurídica e, consequentemente, melhorar o ambiente de negócios. Ademais, a padronização tende a reduzir custos de conformidade e a fortalecer a confiança entre Estado e setor produtivo.

Endurecimento com foco no devedor contumaz

O texto reforça medidas contra a contumácia — a inadimplência sistemática e planejada. Entretanto, não equipara essa conduta a situações ocasionais de crise de caixa ou imprevistos operacionais. Em outras palavras, o alvo são práticas abusivas que distorcem a concorrência e corroem a arrecadação, e não empresas que, excepcionalmente, atravessam períodos de turbulência financeira.

Impactos esperados para empresas e Fisco

  • Para empresas: maior previsibilidade regulatória, redução de incertezas e estímulo à conformidade. Por consequência, espera-se um ambiente mais competitivo e menos sujeito a disputas longas e custosas.
  • Para o Fisco: atuação mais coordenada, com diretrizes nacionais que podem elevar a eficiência da fiscalização e o foco em comportamentos de risco elevado.
  • Para o mercado: melhora do clima de investimentos e reforço da isonomia competitiva, sobretudo nos setores mais sensíveis à concorrência desleal.

Em síntese

A Lei Complementar 225/2026 formaliza o Código de Defesa do Contribuinte, estabelece parâmetros nacionais para a atuação fiscal e endurece o tratamento de condutas contumazes. Ao mesmo tempo, preserva contribuintes que enfrentam dificuldades transitórias, incentivando soluções preventivas e a redução de litígios. Assim, tende a elevar a segurança jurídica e a qualidade do ambiente de negócios no país.

Para mais informações conte com a Agilson Contábil para uma análise personalizada e decisão segura.
Endereço: Av. Moisés Lupion, 96 – sala 01
Telefones: (44) 98404-3838 | (41) 99981-1766

Fonte: Contábeis


Leia também:



Agilson Flausino

Recent Posts

66% das cidades brasileiras ignoram plano contra calor extremo

Um estudo revela que 66% das cidades brasileiras ignoram planos contra o calor extremo. Falta…

7 minutos ago

Polícia cumpre três mandados de prisão na região

A Polícia Militar cumpre três mandados de prisão em Umuarama, Icaraíma e Pérola. Homens de…

23 minutos ago

Secretária de Estado da Cultura visita Campo Mourão

A secretária de Estado da Cultura visita Campo Mourão para fortalecer políticas culturais. Ela percorreu…

44 minutos ago

Anvisa suspende venda de medicamentos para hipertensão e câncer

Medicamentos de empresas distintas são proibidos por desvios de qualidade

4 horas ago

Um em cada quatro brasileiros ignora prevenção do câncer

Um em cada quatro brasileiros ignora que o câncer pode ser prevenido, aponta estudo inédito.…

7 horas ago

Operação Chave Fantasma prende associação criminosa da Hilux

A Operação Chave Fantasma prende associação criminosa especializada em furtos de Toyota Hilux. Adolescente foi…

7 horas ago