A violência doméstica voltou a mobilizar equipes policiais em Umuarama entre a noite de sábado (25) e a madrugada de domingo (26). As ocorrências, registradas em diferentes bairros, envolveram agressões, ameaças e forte abalo emocional das vítimas.
No primeiro caso, registrado às 22h30 na Zona Cinco, a Polícia Militar atendeu uma denúncia feita por vizinhos. Segundo relatos, uma mulher pedia socorro dentro da residência. Assim que chegaram ao local, os policiais conversaram com uma testemunha, que confirmou ter ouvido gritos e barulhos de objetos sendo quebrados.
Em seguida, a equipe fez contato com a moradora. Ela relatou que o companheiro a ofendeu verbalmente, além de empurrá-la durante a discussão. Além disso, o homem teria arremessado objetos dentro da casa, o que aumentou o clima de tensão. A vítima também mencionou um episódio recente de agressão física e descreveu o comportamento controlador do convivente.
Apesar disso, os policiais não identificaram lesões aparentes no momento do atendimento. Ainda assim, diante da situação, a equipe encaminhou as partes à delegacia para os procedimentos legais.
Poucas horas depois, à 00h30, outra ocorrência de violência doméstica foi registrada no Jardim Alvorada. Dessa vez, a vítima relatou agressões mais graves. De acordo com seu depoimento, a discussão começou por ciúmes e evoluiu rapidamente.
Durante o conflito, o homem agarrou a mulher e tentou enforcá-la. Além disso, ele fez ameaças de morte, o que aumentou o medo da vítima. Por esse motivo, ela manifestou interesse em representar criminalmente contra o agressor.
Logo após o relato, os policiais localizaram o suspeito ainda na residência. A equipe realizou a abordagem, mas não encontrou objetos ilícitos. Mesmo assim, os agentes deram voz de prisão ao homem, considerando a gravidade das acusações.
Na sequência, os policiais conduziram o autor à delegacia. Embora a vítima não apresentasse lesões visíveis naquele momento, ela afirmou temer por sua integridade física.
Diante dos casos, a Polícia Militar reforça a importância das denúncias feitas pela população. Afinal, a ação rápida pode evitar que situações de violência doméstica evoluam para consequências mais graves.
Além disso, autoridades destacam que mesmo sem lesões aparentes, o abalo emocional também caracteriza violência e exige atenção.
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