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Gaeco aponta policial corrupto em Operação Fim da Trilha

A operação investiga um policial civil por corrupção em Bandeirantes e Cambará, com mandados de busca e afastamento imediato do cargo.

Redação 104 News

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Gaeco aponta policial corrupto em Operação Fim da Trilha

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O Gaeco investiga um policial civil na Operação Fim da Trilha, deflagrada nesta quinta-feira (23). O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado cumpre mandados em Bandeirantes e Cambará. A Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Paraná apoia a operação. As ordens judiciais atingem dois endereços ligados ao suspeito: sua residência e seu local de trabalho.

Policial agia na 39ª Delegacia Regional

As apurações começaram após a identificação de um esquema ilícito. O policial atuava na 39ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Bandeirantes. Ele funcionava, portanto, como interlocutor de tratativas criminosas. Os contatos envolviam advogados e particulares. O objetivo do grupo? Pagamento de vantagem indevida por atos de ofício.

Esquema favorecia criminosos

O policial omitia ou praticava atos mediante propina. Ele, por exemplo, deixava de lavrar prisão em flagrante. Dessa forma, integrantes de organização criminosa escapavam da cadeia. Além disso, o suspeito não apreendia dispositivos eletrônicos. Ele também restituía ilegalmente celulares apreendidos. Por fim, o investigado possibilitava a entrada de telefones na carceragem de Bandeirantes.

Investigados respondem por vários crimes

A Justiça apura possíveis crimes de corrupção ativa e passiva. Da mesma forma, a operação mira associação criminosa e fraude processual. As medidas de busca visam apreender computadores e celulares. Os agentes procuram também valores em espécie e documentos. Esses itens podem comprovar a materialidade e a autoria dos ilícitos.

Justiça afasta policial das funções

O juiz determinou medidas cautelares diversas da prisão. Consequentemente, o policial sofreu afastamento imediato das funções públicas. As autoridades também recolheram seu armamento. O investigado usará monitoração eletrônica a partir de agora. Além disso, a Justiça o proibiu de acessar qualquer unidade policial do estado. Ele também não pode manter contato com os demais investigados e testemunhas.

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