O Major Abreu, (foto), comandante do 7º Batalhão da Polícia Militar de Cruzeiro D’Oeste, concedeu detalhes da Operação Laços Rompidos, explicando a dimensão da força-tarefa. Cerca de 70 policiais se dividiram em equipes estratégicas, cumprirando 13 mandados de busca e apreensão e executaram seis mandados de prisão. Dessa forma, a ação atingiu diretamente uma organização criminosa que atuava no tráfico de entorpecentes.
Assista a entrevista com o Major Abreu, Comandante do 7. Batalhão da Policia Militar/PR
O grupo criminoso operava no sistema de delivery há vários meses. Os clientes pediam drogas por telefone ou aplicativos. Logo depois, os traficantes entregavam os entorpecentes em domicílio. Esse modelo dificultava a ação policial tradicional. Contudo, as investigações conseguiram mapear toda a logística, tornando possível realizar os mandados de prisão.
Um policial militar lotado em Goioerê aparece no centro da investigação. Ele teria favorecido a atuação dos criminosos. Por esse motivo, a residência do PM foi alvo de busca e apreensão. No entanto, ele não foi preso. As autoridades já o autuaram em inquérito militar que apurará sua participação no tráfico de drogas e investigará o favorecimento concedido, por ele, à quadrilha.
As buscas ocorreram em três municípios diferentes. Goioerê recebeu a maior parte das diligências. Em seguida, Campo Mourão também entrou no alvo da polícia. Lá, um homem caiu em flagrante com porções de cocaína. Por fim, Cascavel completou a lista das cidades vasculhadas, onde um casal foi preso. O homem e a mulher são naturais de Goioerê. O trabalho conjunto da força policial ampliou o alcance da força-tarefa para a região.
O 7º Batalhão de Polícia Militar coordenou toda a ação.que contou com o apoio essencial do 25º BPM, o 11º BPM e o 6º BPM que enviaram equipes.Também participaram da Operação Laços Rompidos, o 5º CIPM e o BPFron , mobilizando um grande contingente. O Ministério Público da Comarca de Goioerê também atuou na articulação judicial.
A Operação Laços Rompidos desarticula um esquema bem estruturado. O tráfico de entorpecentes que afetava Goioerê intensamente através do comércio ilegal motivou diversos homicídios em 2025. Infelizmente, nos primeiros meses de 2026, a violência continuou. Cinco assassinatos já ocorreram neste ano na cidade, relacionadas diretamente com a disputa por pontos de venda.
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