A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu nesta quarta-feira (23) uma prisão preventiva. A ação ocorreu em Moreira Sales e teve apoio da Polícia Militar. A medida atinge uma mulher investigada por incêndio em Moreira Sales. O fogo atingiu uma residência e provocou a morte de um homem. Conforme o inquérito, a investigada se desentendeu com o companheiro. Em seguida, ela ameaçou atear fogo na casa. O imóvel fica na Avenida Octávio Girardi. Pouco depois da ameaça, as chamas consumiram a construção dos fundos. Após o combate ao incêndio, a equipe encontrou a vítima sem vida. Jaime Santana dos Santos pernoitava no local. O corpo estava carbonizado.
A autoridade policial analisou a gravidade do caso. Por isso, representou pela prisão preventiva da suspeita. O pedido ocorreu no dia 27 de agosto de 2026. Posteriormente, o Poder Judiciário expediu o mandado em 22 de setembro de 2026. A equipe policial cumpriu a ordem no dia seguinte, 23 de setembro. Dessa forma, a investigada passou a responder de forma cautelar. A PCPR informou que o inquérito apurou os fatos com base em diligências. Além disso, testemunhas e perícias ajudaram a esclarecer a dinâmica do crime. O trabalho policial buscou responsabilizar a autora do incêndio.
Após a captura, os policiais encaminharam a presa ao Departamento de Polícia Penal (DEPEN). Ela permanece custodiada e à disposição da Justiça. A prisão preventiva impede que a investigada interfira nas apurações. Ao mesmo tempo, protege a ordem pública na região. A operação contou com apoio da Polícia Militar. Essa parceria entre forças de segurança agilizou o cumprimento do mandado. Consequentemente, a resposta policial chegou poucos dias após a decisão judicial. A PCPR reforçou que segue atenta a crimes graves.
A atuação firme das forças de segurança do Paraná reforça um compromisso contínuo. Esse trabalho busca elucidar crimes graves e responsabilizar os autores. Também visa manter a ordem pública na região. No caso de Moreira Sales, a prisão preventiva representa um passo importante. A investigação continua para reunir todos os elementos necessários. Assim, a Justiça poderá avaliar o caso com base em provas consistentes. A comunidade local acompanha o desenrolar do processo. Por fim, as autoridades pedem que a população colabore com denúncias.
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