A Polícia Civil do Paraná prendeu dois suspeitos nesta sexta-feira (29). Mais especificamente, um homem de 39 anos e uma mulher de 29 responderão pelo crime. Eles, afinal, comercializavam medicamentos irregulares proibidos pela Anvisa. Toda a ação aconteceu em Cruzeiro do Oeste, no Noroeste do Estado. A equipe de investigação identificou a venda ilegal primeiro. Depois, mapeou os pontos de comercialização na região central. Além disso, o Jardim Cruzeiro também apareceu nas apurações. Assim sendo, os policiais planejaram a abordagem com cuidado. Por conseguinte, nenhum detalhe escapou da operação.
Os policiais realizaram uma abordagem em via pública. Em seguida, revistaram o homem de 39 anos cuidadosamente. Dentro da bolsa dele, para surpresa dos agentes, localizaram quatro frascos de tirzepatida. Esse medicamento emagrecedor, conforme a legislação, tem venda proibida no país. Na sequência, os agentes pediram autorização para entrar na residência. O suspeito, felizmente para a investigação, consentiu com a busca domiciliar. Lá dentro, os policiais encontraram dois frascos de anabolizantes. Por fim, um simulacro de arma de fogo também apareceu no local. Dessa forma, a apreensão reuniu provas consistentes contra o investigado.
A investigação, paralelamente, seguiu com diligências paralelas. A mulher de 29 anos, por acaso, acompanhava o suspeito no momento da abordagem. Os policiais, então, a identificaram como responsável pelos anúncios. Ela, segundo as apurações, divulgava os produtos ilegais em plataformas digitais. Dessa forma, captava clientes interessados nos medicamentos irregulares. A suspeita, durante o depoimento, confirmou toda a dinâmica do esquema. Ela, inclusive, realizava as publicações para auxiliar o ex-companheiro. Consequentemente, facilitava as vendas proibidas na região. Assim, a dupla atuava de maneira integrada e complementar.
O delegado da PCPR Leonardo Maia Brandão, logo após as prisões, esclareceu a atuação da dupla. “Ela confirmou que realizava as publicações em plataformas digitais”, afirmou a autoridade. O objetivo principal, de acordo com a investigação, era auxiliar o ex-companheiro nas vendas. Portanto, ambos tinham funções complementares no esquema criminoso. A PCPR, em um primeiro momento, apreendeu todos os materiais encontrados. Em seguida, os agentes encaminharam os dois suspeitos ao sistema penitenciário. Eles, agora, responderão pelo crime de comercialização de produtos proibidos pela Anvisa.
A PCPR, por fim, solicita a colaboração da população neste combate. As informações, segundo a corporação, podem auxiliar na elucidação de novos crimes. Denúncias anônimas, por exemplo, chegam pelos telefones 197 ou 181. O Disque-Denúncia, aliás, funciona 24 horas por dia. Em casos de flagrante ou crime em andamento, a população deve agir de outra forma. A Polícia Militar, nessa situação, atende pelo telefone 190. Assim, a força de segurança mais próxima pode responder rapidamente. Dessa maneira, a comunidade se torna parceira essencial no combate aos medicamentos irregulares.
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