Em 2026, a utilização do PIX pelos empresários requer ainda mais cuidado, pois a Receita Federal ampliou o cruzamento das informações sobre movimentações financeiras com os dados declarados por meio do e-Financeira. Na prática, essas discrepâncias entre os valores transacionados por meio do PIX e a receita ou faturamento podem fazer com que o empresário caia na malha fina, enfrentando o risco de multas que podem atingir 75% do imposto devido, além de juros e inspeções fiscais mais rigorosas. Diante deste cenário, confira os cinco erros comuns no uso do PIX que todo empresário deve evitar.
Os valores recebidos via PIX oriundos da venda de bens ou prestados serviços são considerados receita tributável. Quando a nota fiscal não é emitida ou o montante não é corretamente contabilizado, a Receita Federal pode interpretar a situação como omissão da receita, facilmente identificada no cruzamento de dados bancários. Assim, corre-se o risco de cair em malha fina.
Um dos erros mais comuns e arriscados é usar a mesma conta bancária para gastos pessoais e transações da empresa. Além disso, essa prática torna mais difícil comprovar a origem dos recursos e pode levar a interpretações de que movimentações elevadas no CPF envolvem a atividade econômica não declarada. Portanto, o mais correto é separar as contas pessoais das empresarias.
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Antes de mais nada, se uma conta movimenta R$ 15 mil ou mais mensalmente por meio do PIX, porém esse montante não condiz com a renda declarada no Imposto de Renda ou com o faturamento informado nas declarações da empresa, igualmente, o sistema da Receita Federal gera automaticamente alerta de inconsistência. Posteriormetne, essa discrepância pode atrair a atenção do Fisco, elevando a probabilidade de auditorias e pode levar à solicitação de comprovação da origem dos fundos.
Frequentemetne, recebimentos periódicos de múltiplas pessoas físicas ou jurídicas, sem contratos, notas fiscais ou documentos comprobatórios, podem sugerir a ocorrência de atividade comercial informal, ainda que o contribuinte afirme ser referente a rateios, empréstimos ou “vaquinhas”. Portanto, na falta de documentação adequada, o Fisco tende a considerar esses valores como receita tributável.
Receber valores em conta corrente para repassá-los a terceiros, o chamado “conta de passagem”, é extremamente arriscado. Para a Receita Federal, esses valores podem ser considerados renda própria, além de levantar indícios correspondentes à ocultação de patrimônio ou outras irregularidades.
Como evitar a malha fina ao usar PIX em 2026
Para reduzir riscos e manter a conformidade fiscal, primeiramente, o empresário deve adotar boas práticas de controle e organização financeira:
O PIX é uma ferramenta eficiente e irreversível na rotina empresarial, mas seu uso sem controle pode se transformar em um grande problema fiscal. Em 2026, transparência, organização e conformidade contábil não são apenas boas práticas, são requisitos essenciais para a sobrevivência do negócio.
Fonte: Contábeis
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