A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu em flagrante um homem de 54 anos nesta terça-feira (10), em Curitiba. Ele responde pelos crimes de curandeirismo, fabricação de produto sem registro e indução do consumidor a erro. As denúncias motivaram a ação, pois apontavam a oferta de tratamentos falsos para doenças graves.
A delegada Aline Manzatto explicou o início das investigações. Os policiais receberam informações sobre um suspeito que divulgava produtos com promessas de cura. Entre as alegações, estavam a capacidade de tratar câncer e efeitos relacionados à vacina contra a Covid-19. Diante disso, a equipe iniciou as buscas e localizou o endereço indicado nas denúncias.
No imóvel, os agentes encontraram um espaço utilizado para a fabricação artesanal de diversos itens. O suspeito apresentava todos eles como produtos com propriedades medicinais. No entanto, nenhum possuía registro nos órgãos competentes. A delegada detalhou os materiais apreendidos durante a operação.
“Encontramos uma água chamada de ‘molecular’, além de azeite, sabonete, sal, amaciante de roupa e sabão de roupa”, relatou Aline Manzatto. O homem divulgava esses produtos como soluções para enfermidades, usando o termo “molecular” para dar credibilidade. Dessa forma, ele induzia os consumidores a acreditarem em benefícios inexistentes. Além disso, cobrava valores pelos itens sem qualquer eficácia comprovada.
A investigação revelou práticas ainda mais graves do suspeito. Ele anunciava publicamente a capacidade de curar câncer por meio desses produtos. Afirmava também que os itens tinham efeitos positivos relacionados à imunização contra a Covid-19. Essas alegações falsas colocavam em risco a saúde de pessoas vulneráveis. Muitas delas, em busca de tratamentos alternativos, acabavam adquirindo os produtos enganosas.
A delegada ressaltou a gravidade da situação durante a coletiva. “Trata-se de curandeirismo, pois ele prometia a cura de doenças sem qualquer respaldo científico”, afirmou. Paralelamente, a fabricação sem autorização configura crime contra as relações de consumo. Portanto, o autor responderá por múltiplas infrações na Justiça. A população precisa ficar atenta a esse tipo de golpe.
Após a descoberta do esquema, os policiais deram voz de prisão ao homem no próprio local. A autoridade policial o autuou em flagrante pelos crimes de curandeirismo, fabricação de produto sem registro e indução do consumidor a erro. Em seguida, os agentes o encaminharam ao sistema penitenciário. Agora, ele permanece à disposição da Justiça para responder pelo processo.
A PCPR reforça uma mensagem importante à população. A venda de produtos sem registro e com promessas terapêuticas falsas constitui crime. Além disso, pode causar danos irreparáveis à saúde de quem consome. Por isso, qualquer pessoa deve denunciar casos suspeitos imediatamente às autoridades.
A Polícia Civil conta com a colaboração da sociedade para identificar e prender criminosos. A população pode repassar denúncias anônimas pelos números 197 (PCPR) ou 181 (Disque-Denúncia). A polícia garante o sigilo absoluto das informações. Em casos de flagrante, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.
Dessa maneira, a população contribui ativamente para coibir práticas que colocam em risco a saúde pública. A ação conjunta entre polícia e cidadãos fortalece a segurança e a ordem. Consequentemente, mais criminosos como esse homem vão parar atrás das grades.
A Polícia Civil conta com a colaboração da sociedade para identificar e prender criminosos. Denúncias anônimas podem ser feitas pelos números 197 (PCPR) ou 181 (Disque-Denúncia). O sigilo é garantido. Em casos de flagrante, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.
Dessa maneira, a população contribui para coibir práticas que colocam em risco a saúde pública. A ação conjunta entre polícia e cidadãos fortalece a segurança e a ordem.
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