A Santa Casa de Goioerê permanece em grave crise financeira mesmo após a intervenção da Prefeitura iniciada em agosto de 2025. Desde então, a unidade hospitalar não conseguiu avançar em melhorias estruturais e continua acumulando dívidas milionárias.
Segundo informações oficiais, os débitos ultrapassam R$ 11 milhões, envolvendo fornecedores, prestadores de serviços e médicos. Apesar disso, os repasses do Governo Federal chegaram ao hospital, mas os valores não foram suficientes para equilibrar as contas.
Durante o período de intervenção, as despesas aumentaram ainda mais. Para tentar reduzir a pressão, a instituição contraiu um empréstimo de R$ 2 milhões junto à Caixa Econômica Federal.
Com aval da Prefeitura e do Conselho Municipal de Saúde, o recurso foi utilizado para quitar salários atrasados dos médicos referentes ao ano de 2025. No entanto, a medida apenas amenizou parte da crise e não solucionou o problema estrutural das finanças.
Diante das dificuldades, o interventor e vice-prefeito Adilson de Brito está em Curitiba nesta terça-feira, 3 de fevereiro de 2026. Na agenda, ele deve se reunir com o secretário de Saúde do Paraná, deputado Beto Preto.
Durante o encontro, Brito pretende expor a situação crítica da Santa Casa e solicitar que o Governo do Estado assuma a administração do hospital. Com isso, a expectativa é garantir maior estabilidade financeira e condições adequadas de atendimento à população.
A crise da Santa Casa preocupa moradores e autoridades locais. Afinal, o hospital representa referência regional e atende pacientes de Goioerê e cidades vizinhas. Sem recursos suficientes, a unidade enfrenta dificuldades para manter serviços essenciais e compromete a qualidade do atendimento.
Portanto, a busca por apoio estadual surge como alternativa para evitar o colapso da instituição. Consequentemente, a decisão pode definir o futuro da saúde pública na região.
A situação da Santa Casa de Goioerê evidencia os desafios da gestão hospitalar em municípios de médio porte. Dessa forma, a intervenção municipal não conseguiu resolver o problema financeiro e agora depende de medidas mais amplas.
Assim, a reunião em Curitiba pode representar um passo decisivo para garantir a sobrevivência do hospital e preservar o atendimento à comunidade.
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