No programa “Almanaque” da 104 FM, a Nutricionista Jéssica Ribeiro desmistificou o consumo de magnésio. Muitos acreditam que “um magnésio serve para tudo”. Contudo, a realidade é bem diferente. A especialista explicou que este mineral vital, envolvido em cerca de 300 reações no nosso corpo, possui diversas formas. Cada uma oferece benefícios específicos.
O magnésio é fundamental para a nossa saúde. Ele atua desde a produção de energia até a função muscular e nervosa. Idealmente, obtemos o magnésio pela alimentação. No entanto, muitas vezes, a suplementação se faz necessária. Mas atenção: essa suplementação deve ser correta. Não basta apenas comprar um frasco. É preciso saber qual tipo e em qual dosagem.
A Nutri Jéssica Ribeiro ressaltou um erro comum: acreditar que um único tipo de magnésio resolve todos os problemas. Essa é uma percepção generalizada. No entanto, para fadiga, sono ou concentração, as opções são distintas. Por isso, a orientação profissional é crucial.
A escolha do magnésio deve ser guiada por suas necessidades individuais. Veja os principais tipos apresentados pela nutricionista:
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A identificação do tipo de magnésio está na embalagem, geralmente na composição ou em destaque na frente. Não há uma regra sobre cápsulas ou pó; a melhor forma é a que você tolera. A dosagem, contudo, é individual. É essesncial não se guiar apenas por embalagens genéricas.
É possível combinar tipos de magnésio. Por exemplo, um para energia durante o dia e outro para relaxamento à noite. Contudo, essa combinação deve ser cuidadosamente calculada por um profissional para evitar excessos.
Tomar magnésio sem orientação pode gerar efeitos adversos. Desconforto intestinal e interações com condições de saúde (como problemas renais) são riscos reais. A qualidade do suplemento importa. Magnésio quelado, por exemplo, tem melhor absorção.
O horário da ingestão também faz diferença. Magnésios para energia devem ser tomados de manhã. Já os que promovem relaxamento, à noite.
A popularidade do magnésio nas redes sociais levou a um modismo perigoso. Pessoas compartilham experiências sem especificar o tipo de magnésio ou a orientação recebida. Isso leva à autossuplementação inadequada. Multivitamínicos de “A a Z” são um exemplo de que nem sempre mais é melhor. Eles podem não ter a dose ideal ou a forma correta de absorção para suas necessidades.
Em suma: “Nada é simples. O que a gente ingere, mexe com o nosso organismo”, alerta Jéssica. Para uma suplementação segura e eficaz, procure um profissional qualificado.
Para saber mais e tirar suas dúvidas, siga a Nutri Jéssica Ribeiro no Instagram: @nutri.jessicaribeiro .
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