A violência em hospital marcou a tarde desta quarta-feira em Umuarama, após disparos de arma de fogo no Hospital CEMIL. Equipes do 25º Batalhão da Polícia Militar atenderam a ocorrência e encontraram uma vítima ferida.
De acordo com a PM, um disparo atingiu a cabeça da vítima de raspão. Logo depois, profissionais de saúde iniciaram o atendimento imediato. Ao mesmo tempo, os policiais isolaram a área para preservar o local e permitir o trabalho da perícia.
Segundo testemunhas, o autor dos disparos é um estudante de medicina que atuava como interno na unidade. Após o ataque, ele fugiu rapidamente do hospital.
Durante a fuga, o suspeito cometeu um roubo de veículo nas proximidades. No entanto, equipes da ROCAM e outras viaturas iniciaram buscas e conseguiram localizar o homem pouco depois.
Assim, os policiais realizaram a abordagem e efetuaram a prisão ainda na mesma região. A ação rápida evitou novos riscos à população.
Durante a abordagem, os policiais apreenderam um revólver calibre .32. Além disso, encontraram seis munições no tambor da arma, sendo três deflagradas e três intactas.
No bolso do suspeito, a equipe localizou outras 19 munições. Entre elas, havia 17 intactas e duas já deflagradas. Portanto, o total apreendido inclui 20 munições intactas e cinco deflagradas.
Diante dos fatos, os agentes encaminharam o homem à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais. Ele permanece preso.
A Polícia Civil do Paraná assumiu o caso e já trabalha com duas linhas principais de investigação.
A primeira hipótese considera que o suspeito sofreu um surto no momento da ação. Por outro lado, a segunda linha aponta possível motivação por vingança.
Conforme apurado, o estudante se dirigia ao setor onde assinaria uma advertência formal por má conduta. Dessa forma, os investigadores analisam se o ataque tem relação direta com essa situação.
Informações preliminares indicam que o autor pode enfrentar problemas de saúde mental. Por isso, as autoridades avaliam a necessidade de atendimento especializado.
Enquanto isso, a Polícia Civil segue coletando depoimentos e analisando evidências. O objetivo é esclarecer a motivação e concluir o inquérito com precisão.
O caso gerou preocupação entre pacientes e funcionários do hospital. Ainda assim, a rápida resposta policial conteve a situação e garantiu a segurança no local.
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