O Governo do Paraná anunciou uma medida histórica para a saúde pública. A Secretaria da Saúde (Sesa) garantiu o ultrassom morfológico a 100% das gestantes atendidas pelo SUS. A iniciativa vale para todos os 399 municípios do Estado. O exame será totalmente gratuito. Diferentemente da ultrassonografia comum, esse procedimento não faz parte da tabela padrão do Ministério da Saúde. Portanto, o Paraná usará recursos próprios. O investimento anual chega a R$ 15 milhões.
O secretário estadual da Saúde, César Neves, enfatizou a importância da medida. “Essa estratégia permite antecipar riscos”, afirmou. Além disso, proporciona um cuidado mais preciso e humanizado. O ultrassom morfológico reforça a Linha de Cuidado Materno Infantil. Dessa forma, o Estado foca na assistência integral desde o pré-natal. O programa também inclui parto, puerpério e suporte especializado. Consequentemente, mamães e bebês ganham mais segurança.
O ultrassom morfológico funciona como um check-up minucioso. O médico deve realizar o exame entre a 20ª e a 24ª semana de gestação. Inicialmente, ele avalia a formação de órgãos vitais. Por exemplo, coração, cérebro e rins entram na análise. Em seguida, o profissional acompanha o desenvolvimento e o crescimento da criança. Igualmente importante, o exame protege a saúde materna. Ele avalia a posição e a circulação sanguínea na placenta. Assim, previne complicações para a mãe.
O principal objetivo da Sesa é claro. O governo quer reduzir a morbimortalidade materna e infantil. Ao identificar malformações precocemente, os médicos agem rápido. Consequentemente, encaminham a gestante para tratamentos de alta complexidade. O Paraná já custeia procedimentos cirúrgicos intrauterinos avançados. Essas cirurgias ocorrem no Complexo do Hospital de Clínicas da UFPR. O repasse anual chega a R$ 864 mil. Com o novo exame, problemas como mielomeningocele e síndrome de transfusão feto-feto ganham correção antes do nascimento. Portanto, as chances de saúde do bebê aumentam significativamente.
O diagnóstico precoce também fortalece outra iniciativa estadual. O projeto Bate-Bate Coração atende recém-nascidos com cardiopatia congênita. A Sesa desenvolve o programa em parceria com o Hospital Pequeno Príncipe (HPP). Por meio de tecnologia interativa, equipes médicas de diferentes regiões discutem casos em tempo real. Especialistas do HPP, referência nacional em cardiologia pediátrica, participam das análises. O aporte financeiro no projeto chega a R$ 3 milhões.
O ultrassom morfológico reforça a liderança do Paraná na Atenção Primária. Pelo sexto ano consecutivo, o Estado lidera o ranking nacional de gestantes com sete ou mais consultas de pré-natal. A Sesa também trabalha na captação precoce da gestante, ou seja, até 12 semanas. Outras ações incluem estratificação de risco, vinculação a hospitais de referência e atenção ao puerpério. Finalmente, o governo garante planejamento sexual e reprodutivo. Assim, o Paraná consolida um modelo exemplar de cuidado materno-infantil.
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