Vazio sanitário da soja já está em vigor
O vazio sanitário da soja começa em junho em três regiões do Paraná. Produtores devem eliminar plantas vivas para evitar ferrugem asiática.

O vazio sanitário da soja começa em junho para a safra 2026/2027. A medida busca interromper o ciclo da ferrugem asiática. Essa doença causa perdas significativas em várias regiões produtoras. O Ministério da Agricultura regulamentou a ação pela Portaria nº 1.579/2026. Dessa forma, os produtores precisam ficar atentos aos prazos. Além disso, o cumprimento das datas é obrigatório em todo o país.
Eliminação de plantas vivas é obrigatória
Durante o vazio sanitário, os produtores devem seguir regras rígidas. Eles precisam eliminar todas as plantas vivas de soja nas propriedades. As plantas voluntárias, chamadas de tigueras, também devem sumir. A ausência da cultura no campo reduz a sobrevivência do fungo. Esse fungo causa a temida ferrugem asiática. Consequentemente, a pressão da doença diminui na safra seguinte. Portanto, a medida protege a produtividade futura.
Calendário varia conforme a região do Paraná
No Paraná, os períodos mudam de acordo com a regionalização agrícola. As áreas da Cocari abrangem diferentes macrorregiões do Estado. Na Região 1, o vazio será de 21 de junho a 19 de setembro de 2026. O plantio permitido começa em 20 de setembro. Ele vai até 20 de janeiro de 2027. Já na Região 2, o vazio ocorre de 2 de junho a 31 de agosto de 2026. A semeadura está autorizada entre 1º de setembro e 31 de dezembro de 2026. No Sudoeste, Região 3, o vazio será de 12 de junho a 10 de setembro de 2026. O plantio poderá ocorrer de 11 de setembro de 2026 até 10 de janeiro de 2027. Assim, cada produtor deve verificar seu calendário específico.
Adapar orienta sobre benefícios da prática
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná destaca a importância da medida. O cumprimento das datas é fundamental para o controle da doença. A prática beneficia diretamente os produtores rurais. Ela reduz a necessidade de aplicações de fungicidas. Além disso, preserva a eficácia desses produtos ao longo do tempo. Dessa maneira, o produtor economiza recursos e protege o meio ambiente. Por fim, o vazio sanitário é uma ferramenta essencial. Ele garante safras mais saudáveis e produtivas no futuro.
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