POLICIAL

Violência doméstica mobiliza Polícia Militar

A Polícia Militar atendeu uma ocorrência de violência doméstica na noite de quinta-feira (15), em Umuarama. A Central de Operações acionou a equipe policial para o Parque San Remo I. No local, uma mulher de 26 anos contou aos policiais o que teria acontecido. Segundo o relato dela, o companheiro, de 22 anos, ingeriu bebida alcoólica. Quando ela pediu que ele arrumasse o quarto para dormirem, ele se irritou. Então, segundo a vítima, ele desferiu socos na cabeça dela. Além disso, apertou o maxilar da mulher. A vítima informou que estava com a filha do casal no colo. O bebê tem um mês e uma semana de vida. A mulher não apresentava lesões aparentes.

Versões divergem sobre a discussão

O homem apresentou outra versão aos policiais. Ele alegou que pretendia sair da residência após a discussão. No entanto, segundo ele, a mulher o empurrou para impedir sua saída. Nesse momento, ele a afastou com um dos braços. Conforme o relato dele, ela teria desferido um soco na face dele. Diante disso, a equipe policial ouviu as duas partes. Como as versões divergem, os policiais reuniram as informações. Depois, conduziram ambos à 7ª Subdivisão Policial (SDP) de Umuarama. A autoridade de polícia judiciária passou a analisar o caso.

Atendimento e encaminhamento

A Polícia Militar reforça que a violência doméstica exige atenção imediata. Por isso, a corporação orienta a população a denunciar situações de risco. Em casos de agressão, a vítima deve acionar o 190 o quanto antes. Se possível, ela deve buscar um local seguro e evitar confronto direto. Testemunhas também podem colaborar com informações. Além disso, o Disque-Denúncia 181 recebe denúncias anônimas. A PM atua para proteger as vítimas e responsabilizar os autores. Nesse caso, a equipe encaminhou as partes à 7ª SDP. A polícia judiciária dará os próximos passos. O caso segue sob investigação.

Proteção e orientação

A violência doméstica pode ocorrer dentro de casa e envolver pessoas próximas. Muitas vítimas enfrentam medo, vergonha ou dependência financeira. Por isso, o apoio da comunidade se torna essencial. Familiares, vizinhos e amigos devem observar sinais de agressão. Eles podem incentivar a vítima a procurar ajuda. A Polícia Militar orienta que ninguém deve resolver a situação sozinho. Em emergências, o telefone 190 garante atendimento rápido. Para denúncias anônimas, o 181 oferece sigilo. 

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Redação 104 News

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