Na noite desta quarta-feira, 18 de março, o sistema de monitoramento “Olho Vivo” de Umuarama desempenhou um papel fundamental em mais uma ocorrência policial. Por volta das 19h45, as câmeras flagraram uma caminhonete Toyota Hilux SW4 branca circulando pela Avenida Paraná. O veículo, ano 2016, chamou a atenção dos operadores do sistema. Primeiramente, as placas ostentadas apresentavam indícios claros de adulteração. Além disso, o proprietário do veículo original vinha recebendo notificações de infrações indevidas. Diante disso, as equipes da Polícia Militar foram acionadas imediatamente.
Após o alerta, os policiais intensificaram o patrulhamento na região central. Rapidamente, localizaram a caminhonete nas proximidades da Praça Miguel Rossafa. A abordagem foi realizada de forma rápida e segura. No interior do veículo, os agentes encontraram apenas o condutor, um homem de 36 anos. Durante a busca pessoal e veicular, nada de ilícito foi localizado. No entanto, a suspeita sobre a procedência do automóvel permanecia.
Os policiais, então, realizaram uma vistoria minuciosa nos sinais identificadores do veículo. Surpreendentemente, constataram que a numeração do chassi não condizia com o emplacamento ostentado pela caminhonete. Ou seja, tratava-se de um veículo clonado, com placas adulteradas para parecer regular. A comprovação técnica deixou claro o crime de adulteração de sinal identificador veicular.
Questionado sobre a origem do automóvel, o homem apresentou uma versão, no mínimo, duvidosa. Ele afirmou ter recebido a caminhonete como parte do pagamento na venda de um imóvel. No entanto, não soube fornecer detalhes sobre a identificação do responsável pela transação. A falta de informações consistentes, sem dúvida, reforçou as suspeitas dos policiais. Portanto, a versão apresentada não convenceu a equipe.
Diante da constatação do crime, os policiais deram voz de prisão ao condutor. Ele recebeu todos os direitos constitucionais e foi informado sobre a acusação. Em seguida, a equipe o encaminhou, juntamente com a caminhonete apreendida, à Delegacia de Polícia Civil. Lá, a autoridade policial formalizará o flagrante e dará continuidade às investigações. O homem responderá pelo crime de adulteração de sinal identificador veicular, previsto no artigo 311 do Código Penal.
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