Gaeco prende líder de organização criminosa
O Gaeco cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o líder de uma organização criminosa na região.

O Núcleo Regional do Gaeco cumpriu um mandado de prisão preventiva nesta terça-feira (16) em Umuarama. A ordem judicial, por sua vez, atingiu o líder de uma organização criminosa. O grupo, então, é investigado pela Operação Rové. Essa operação, vale destacar, foi deflagrada no mês de maio. Os crimes apurados, por sinal, são graves e variados. Entre eles estão organização criminosa e tráfico de drogas. Além disso, a associação para o tráfico também aparece na lista. O porte ilegal de arma de fogo de uso restrito é outro crime. A lavagem de capitais, por fim, completa o rol de infrações.
Diligências após a prisão
Depois da prisão do investigado, as equipes agiram rapidamente. Os agentes do Gaeco, então, realizaram novas diligências no local. O objetivo, porém, era localizar um veículo específico. Esse carro, por sinal, dava suporte logístico ao líder. As equipes do 25º Batalhão da Polícia Militar, além disso, apoiaram a ação. Com essa parceria, foi possível realizar outra prisão. Os policiais, em seguida, abordaram um segundo indivíduo. Ele, por exemplo, estava portando uma pistola de forma irregular. A arma, por sinal, era uma pistola calibre 9mm. O veículo do suspeito, contudo, também apresentava problemas. Os sinais identificadores do carro, afinal, estavam adulterados.
Histórico da Operação Rové
A Operação Rové, por sua vez, teve início em maio deste ano. O nome da operação, aliás, tem um significado especial. A palavra “rové”, em hebraico, significa fuzil. A escolha do nome, então, faz referência à apreensão de um fuzil. Essa apreensão, por sinal, ocorreu no início das investigações. Em setembro de 2025, por exemplo, a polícia prendeu um integrante do grupo. Os agentes, na ocasião, apreenderam um fuzil com esse suspeito. Além disso, encontraram aproximadamente três quilos de crack. A droga, por exemplo, tinha valor estimado de R$ 120 mil. Dessa forma, o prejuízo ao crime foi significativo.
Investigação e medidas judiciais
As investigações, por sua vez, evidenciaram a atuação do grupo criminoso. A organização, afinal, se dedicava à comercialização de drogas. Ela também negociava armas de fogo. Além disso, o grupo lavava capitais de forma sistemática. Os valores movimentados em contas bancárias, por sinal, eram elevados. O Juízo das Garantias da Vara Criminal de Umuarama, então, expediu as ordens. Ele determinou o afastamento do sigilo de dados. As contas bancárias dos suspeitos, desse modo, sofreram bloqueio. Um veículo foi sequestrado e um imóvel ficou indisponível.
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