Na manhã de sexta-feira, 27 de março, o Instituto Federal do Paraná (IFPR) viveu um momento histórico. A solenidade aconteceu na unidade da PR-180, em Goioerê. Primeiramente, as autoridades se reuniram para celebrar a mudança de tipologia do Campus Goioerê. Afinal, a unidade agora funciona como campus autônomo. Essa autonomia representa uma conquista sonhada há muito tempo. O reitor Adriano Willian da Silva Viana Pereira discursou com entusiasmo. “Hoje é um dia de comemoração”, afirmou ele. Em seguida, ele destacou o esforço coletivo que viabilizou a conquista. A mobilização envolveu diferentes sujeitos do campus avançado e da reitoria. Juntos, eles atenderam aos critérios exigidos pelo MEC. Portanto, a autonomia chegou para ficar.
Com a mudança, o campus praticamente dobrou sua estrutura. Agora, ele conta com 40 professores. Além disso, possui 26 técnicos administrativos. Antes, os números eram bem menores. Consequentemente, a unidade poderá oferecer mais cursos. O reitor explicou esse benefício. “Isso significa a possibilidade de mais oferta de cursos”, disse ele. Também haverá mais ações educacionais profissionais na cidade e na região. Por outro lado, a autonomia trouxe cargos de direção com função gratificada. Dessa forma, a infraestrutura administrativa e pedagógica melhora significativamente. O reitor reforçou a importância social da medida. “Quando se investe em educação, se investe em desenvolvimento”, afirmou. Isso gera melhoria de renda e desenvolvimento econômico. Os adolescentes que frequentam os cursos técnicos se beneficiam. Os adultos também entram nesse círculo virtuoso.
Em entrevista ao site 104.news e à Rádio 104 FM, o reitor Adriano revelou um projeto ambicioso. O IFPR está trabalhando junto com a Universidade Estadual de Maringá (UEM). As duas instituições planejam implantar o primeiro curso de Agronomia com participação dupla. Uma é federal; a outra é estadual. Nunca antes isso aconteceu no Paraná. Portanto, essa autonomia viabiliza essa parceria inédita. O campus da UEM em Goioerê fica ao lado do IFPR. A proximidade facilita a colaboração. O reitor conhece bem a realidade local. Ele nasceu em Engenheiro Beltrão, muito perto dali. “Essa cidade tem um potencial agronômico muito forte”, afirmou ele. A região é essencialmente agrícola. Os setores produtivos e econômicos locais aguardam ansiosamente por esse curso. Com a autonomia, o IFPR poderá ofertar Agronomia para Goioerê e toda a região através de uma instituição pública e federal.
O reitor destacou também os efeitos econômicos da mudança. Primeiro, a autonomia possibilitará a contratação de mais profissionais. Isso inclui terceirizados e concursados. Em segundo lugar, mais movimento de pessoas gerará renda. Os setores de serviços e os setores econômicos da cidade sentirão o impacto positivo. “Isso mexe com a região”, resumiu o reitor. Por fim, o diretor-geral do IFPR em Goioerê, professor Gabriel Augusto Cação Quinato, mostrou-se muito animado. Ele já convocou professores e técnicos. Todos trabalharão juntos na construção desse projeto importante. Assim, a autonomia do campus não é apenas um título burocrático. Ela representa desenvolvimento, educação e futuro para toda a comunidade paranaense.
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