Usuários da balsa instalada na BR-272, entre Francisco Alves e Terra Roxa, enfrentam longas filas diariamente. Muitos motoristas reclamam da demora excessiva para atravessar o Rio Piquiri. Primeiramente, eles aguardam aproximadamente uma hora na fila de espera. Em seguida, realizam a travessia propriamente dita, que dura cerca de 15 minutos. O tempo total de espera, portanto, supera uma hora. Diante disso, a insatisfação cresce entre turistas, moradores e transportadores de carga.
O sistema provisório de travessia por balsa entrou em operação no dia 8 de janeiro. A embarcação substitui a ponte interditada sobre o Rio Piquiri, principal rota de acesso a Guaíra. A rodovia liga o Paraná ao Mato Grosso do Sul, à região Centro-Oeste e ao Norte do país. Além disso, serve como corredor para quem segue em direção ao Paraguai. Com a interdição, o tráfego ganhou duas alternativas: o desvio por Palotina e a travessia por balsa.
A balsa tem capacidade para transportar até 200 toneladas por viagem. Ela permite a travessia de veículos leves, pesados e de carga sem restrições. A balsa funciona 24 horas por dia, com boa sinalização e serviço de orientação aos motoristas.
O percurso alternativo por Palotina continua disponível para os motoristas. Esse desvio, implantado desde a interdição da ponte, permanece como opção regular de tráfego. A travessia por balsa, por sua vez, surgiu como alternativa adicional. Quem optar pela balsa, no entanto, deve considerar as filas e o tempo de espera. O tempo total de viagem, inclusive, pode ser igual ou superior ao desvio por Palotina. Portanto, a escolha do trajeto depende da paciência e da necessidade de cada motorista.
O governo federal realiza as obras de recuperação da ponte sobre o Rio Piquiri. Os serviços especializados e o reforço estrutural emergencial tiveram início no dia 5 de janeiro deste ano. A Construtora Contersolos assumiu a execução do projeto. O investimento total é de R$ 12.400.000,00. A previsão de conclusão, de acordo com o cronograma, é 5 de setembro de 2026. Durante todo esse período, a estrutura permanece totalmente interditada.
Os usuários que tiverem demandas, reclamações ou sugestões devem procurar o órgão responsável. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) administra a rodovia e o serviço de balsa. Não há exigência de documentos para utilizar a travessia. Até o momento, também não existem restrições quanto ao tipo de veículo. A população, portanto, deve direcionar suas manifestações ao DNIT.
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