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Gaeco apura fraudes em licitações na Operação Chimera

O Gaeco investiga possíveis fraudes em licitações do Município de Altônia. O Núcleo de Umuarama deflagrou a Operação Chimera nesta quinta-feira (23). As apurações, por sua vez, envolvem crimes de peculato. Além disso, a força-tarefa aponta direcionamento de processos licitatórios. Os contratos suspeitos tratam do fornecimento de mão de obra terceirizada. Consequentemente, a execução desses contratos também entrou na mira dos investigadores.

Mandados em duas cidades

A Justiça expediu quatro mandados de busca e apreensão para a operação. Uma ordem de busca pessoal também integra as medidas judiciais. As equipes, então, cumpriram os mandados em Altônia e Candói. Os alvos principais, portanto, são dois empresários da região. O juiz da Vara Criminal de Altônia assinou as ordens judiciais. Dessa forma, os agentes puderam agir legalmente.

Justiça afasta empresários de contratos públicos

O magistrado determinou medidas cautelares contra os dois empresários. A Justiça, dessa forma, os impediu de manter relação contratual com o ente público. A restrição valerá até o final das apurações criminais. Assim, os investigados não poderão firmar novos contratos. Eles também não executarão serviços no momento. Da mesma forma, a proibição inclui o fornecimento de produtos ao município.

Apreensões incluem celulares e documentos

Os agentes apreenderam diversos materiais durante as diligências. Documentos e anotações, por exemplo, entraram na lista de itens recolhidos. Da mesma forma, aparelhos de telefone celular foram apreendidos. Todo o material passará por perícia detalhada. Os peritos, portanto, analisarão cada item no curso das investigações. Eles poderão encontrar provas concretas dos crimes.

Peculato e fraude movem apuração

O Ministério Público do Paraná comanda as investigações pelo Gaeco. O Promotor de Justiça Guilherme Franchi da Silva Santos (foto) acompanha o caso de perto. A Operação Chimera, desse modo, busca reunir provas suficientes. Os indícios servirão para denunciar os envolvidos futuramente. Os crimes de peculato, por exemplo, indicam desvio de recursos públicos. As fraudes em licitações, por sua vez, comprometem a concorrência justa. As apurações seguem, assim, em ritmo acelerado.

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Redação 104 News

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