O Núcleo de Maringá do Gaeco deflagrou, na manhã desta terça-feira (12), a Operação Van Gogh. A ação investiga a prática de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Os crimes incluem também extorsão, peculato e corrupção passiva. Um agente de segurança pública pode estar envolvido nas ilegalidades. Dessa forma, o Ministério Público age duramente contra o crime organizado. Por isso, a operação representa um duro golpe às facções criminosas da região.
A operação cumpriu oito mandados de busca e apreensão. Antes disso, porém, os agentes planejaram cada detalhe da ação. Além disso, os policiais executaram sete mandados de busca pessoal. Durante o cumprimento das medidas, uma pessoa caiu em flagrante. Os agentes a prenderam por receptação. Assim, o saldo inicial da operação já inclui uma prisão em flagrante. Desse modo, a ação superou as expectativas iniciais do Gaeco.
As ordens judiciais partiram de duas autoridades diferentes. Especificamente, o Juízo de Garantias da Vara Criminal de Santa Fé expediu parte dos mandados. Em complemento, a Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual expediu o restante. As equipes cumpriram as medidas nas cidades de Santa Fé e Maringá. Mais especificamente, os agentes buscaram endereços relacionados aos investigados. Em seguida, realizaram as diligências de forma simultânea nas duas cidades.
Diversas forças de segurança apoiaram a operação. A Corregedoria-Geral da Polícia Militar prestou auxílio fundamental. A Tropa de Choque também participou das diligências. O Canil da Polícia Militar do Paraná completou o esquema de apoio. Portanto, a operação contou com estrutura robusta e integrada. Com esse suporte, os agentes se sentiram mais seguros para agir.
As medidas atingiram uma pessoa jurídica. Elas também alcançaram sete pessoas físicas. Entre os alvos, está um policial militar. Ele está lotado e em exercício em Santa Fé. Consequentemente, a investigação envolve um agente público que deveria proteger a sociedade. Ou seja, o caso revela uma inversão grave de valores.
As investigações tiveram início em janeiro deste ano. O Gaeco de Maringá recebeu informações sobre tráfico de drogas em Santa Fé. A partir daí, os investigadores aprofundaram as apurações. Em seguida, reuniram elementos indicando a atuação de um grupo estruturado. A organização contava com apoio logístico e operacional. Um policial militar fornecia esse suporte criminoso. Dessa maneira, o grupo agia com menos riscos de ser descoberto.
Segundo as investigações, o agente se valia do cargo e da função pública. Ele instrumentalizou a atuação da organização criminosa. O policial vazava dados e informações sigilosas. Ele também praticava extorsão contra rivais. Ademais, oferecia proteção armada para o grupo. Por fim, perseguia grupos rivais de traficantes. Desse modo, o agente transformou a função pública em ferramenta do crime. Infelizmente, casos como esse mancham a imagem da corporação.
A operação recebeu o nome de Van Gogh. A escolha faz referência a uma característica física do principal investigado. O Gaeco não divulgou detalhes sobre essa característica específica. As investigações, no entanto, continuam em andamento. Novos desdobramentos podem surgir nos próximos dias. Por enquanto, a Justiça analisará as provas coletadas. O futuro dos investigados dependerá das decisões judiciais.
A Polícia Militar prendeu três pessoas por tráfico de drogas e receptação. Ação recuperou ferramentas,…
A Prefeitura de Goioerê autorizou o repasse de R$ 1,5 milhão como incentivo financeiro à…
A Polícia Militar localizou um veículo recuperado após furto na madrugada. Proprietário ainda recebeu ligação…
Uma fraude eletrônica induziu vítima a inserir código no PIX. Golpista se passou por funcionário…
Criminosos se passaram por falso advogado e induziram vítima a pagar R$ 15 mil via…
Uma fraude eletrônica fez vítima pagar R$ 1,9 mil após golpista se passar por seu…