MARINGÁ

GCM prende homem por agredir a companheira em via pública

Na manhã desta terça-feira (12), uma equipe da Guarda Civil Municipal de Maringá efetuou a prisão de um homem. Autoridades o acusam de agredir a companheira em plena via pública. A ocorrência aconteceu na Rua Manoel Lopes. Esse logradouro fica no Conjunto João de Barro I. A Central de Controle Integrado (CCI) recebeu o chamado. Imediatamente, o órgão acionou os agentes da GCM. Em seguida, a guarnição se dirigiu ao endereço com máxima urgência. Dessa forma, a resposta ao crime foi rápida e eficiente. Assim, a vítima não ficou desamparada por muito tempo.

De acordo com a denúncia, o agressor atacava a mulher na rua. Mais especificamente, a situação ocorria abertamente, sem qualquer pudor. Ao chegarem ao local, os guardas visualizaram o suspeito. Ele é um homem careca. Uma camiseta rosa vestia o indivíduo naquele momento. O suspeito se apresentava em estado de alteração emocional. Além disso, sua fala estava desconexa e extremamente agitada. Seu olhar também denotava confusão mental. Por isso, os agentes redobraram a atenção durante a abordagem. Ademais, mantiveram distância segura até entender melhor a situação.

Suspeito confessa agressões durante revista

Após a abordagem inicial, os guardas realizaram revista pessoal no suspeito. Durante o procedimento, o homem confessou as agressões. Ele admitiu ter empurrado a esposa. O agressor também confessou ter puxado a mulher pelos cabelos. Ainda segundo seu relato, ele puxou o pescoço dela com violência. Como justificativa, o agressor alegou uma suposta traição. Ele também admitiu ser usuário de drogas. Consequentemente, a dependência química pode ter contribuído para o comportamento violento. Desse modo, o caso envolve tanto violência doméstica quanto questões de saúde pública.

A vítima confirmou integralmente as agressões. Segundo seu depoimento, os conflitos são recorrentes no relacionamento. A causa das brigas, conforme ela explicou, são as alucinações do companheiro. Ele sofre esses efeitos devido ao uso de entorpecentes. A mulher apresentava lesões visíveis no braço. Marcas evidentes também apareciam no pescoço dela. Assim, as marcas da violência estavam claramente expostas. Por conseguinte, não restaram dúvidas sobre a materialidade do crime.

Testemunha precisou intervir fisicamente

Uma testemunha presenciou toda a agressão. Ela precisou intervir fisicamente para separar o casal. A pessoa afastou o agressor de cima da mulher. Segundo a testemunha, ela temeu pela vida da vítima. Diante da gravidade da situação, a intervenção foi essencial. Sem essa ajuda, o quadro poderia ser ainda pior. Desse modo, a agressão não prosseguiu para um desfecho ainda mais trágico. Graças à coragem da testemunha, a vítima saiu com ferimentos menos graves.

A ocorrência contou com o apoio da equipe ROMU (Ronda Ostensiva Municipal). Os agentes da ROMU ajudaram no transporte dos envolvidos. A vítima recusou atendimento médico inicial. No entanto, ela manifestou o desejo de representar criminalmente contra o agressor. Em outras palavras, ela não pretende deixar o caso impune. Por fim, a polícia conduziu ambos à Delegacia de Polícia Civil de Maringá. Lá, a autoridade lavrará o auto de prisão em flagrante. Os procedimentos legais cabíveis seguirão seu curso normal. A justiça agora decidirá o futuro do agressor.


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Redação 104 News

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