Operação Kriptonita desarticula quadrilha de furtos de caminhonetes
A Operação Kriptonita cumpriu mandados contra uma organização criminosa especializada no furto de caminhonetes Hilux e envio dos veículos ao Paraguai.

A Operação Kriptonita mobilizou a Polícia Civil na manhã desta quarta-feira. A ação busca desarticular uma organização criminosa transnacional especializada no furto de caminhonetes Hilux. Dessa forma, as equipes cumprem mandados em quatro municípios do Paraná. Além disso, a ofensiva conta com o apoio da Polícia Militar e da Força Nacional de Segurança Pública. Portanto, a ação representa um duro golpe contra o crime organizado na região.

Líder do esquema comandava ações
O esquema criminoso centralizava as operações a partir de Umuarama. Os policiais identificaram que o líder, conhecido como “Forte”, comandava a quadrilha. Ele possui um extenso histórico criminal e um mandado de prisão em aberto pelo Rio de Janeiro. Consequentemente, as investigações revelaram que ele organizou uma fuga violenta em 2025. Na ocasião, os criminosos renderam agentes penitenciários e levaram viaturas e armamentos. Além disso, o grupo tinha uma sólida divisão de tarefas em Umuarama e comarcas vizinhas.
Adolescentes atuavam no crime
A organização trazia criminosos de Santa Catarina e custeava suas despesas básicas. Paralelamente, os líderes aliciavam adolescentes para atuar na prospecção de vítimas. Os menores também conduziam as caminhonetes furtadas em alta velocidade até a fronteira. Portanto, o destino final dos veículos era a receptação na República do Paraguai. Para comemorar os êxitos, o chefe do esquema promovia churrascos e alugava chácaras de luxo.
Mandados e apreensões
A Operação Kriptonita cumpriu sete mandados de prisão preventiva. As equipes também executaram dois mandados de internação de adolescentes e onze de busca. As diligências ocorreram nas cidades de Umuarama, Alto Piquiri, Guaíra e Perobal. Dessa forma, os policiais buscam apreender scanners automotivos e ferramentas de arrombamento. Além disso, a investigação apura crimes de organização criminosa, furto qualificado, corrupção de menores e lavagem de dinheiro. Os agentes também procuram placas clonadas, armas de fogo e dispositivos telemáticos.
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