PARANA

PCPR e PCSP prendem homem por armazenamento de conteúdo infantojuvenil

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu um homem em flagrante nesta quarta-feira (22). A ação, além disso, contou com o apoio da Polícia Civil de São Paulo (PCSP). A operação aconteceu em duas cidades. Em São João da Boa Vista (SP) e em Palmas, no Oeste do Paraná. O Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) do Ministério da Justiça também forneceu suporte técnico. O delegado da PCPR Pedro Vinícius Bergamo Ramos coordenou as investigações. Segundo ele, tudo começou após a prisão de um homem por estupro de vulnerável. O crime, aliás, ocorreu contra a própria neta do suspeito. Portanto, a situação era ainda mais grave. Esse caso inicial aconteceu na cidade de Palmas.

Investigações identificaram rede de compartilhamento de materiais

A Polícia Civil utilizou técnicas avançadas de investigação. Da mesma forma, empregou análise de inteligência. Os agentes, então, identificaram diversos interlocutores. Esses indivíduos interagiam com o preso inicial. Além disso, os novos alvos usavam ferramentas digitais. Dessa forma, conseguiam armazenar materiais ilícitos. Eles também compartilhavam conteúdo de exploração sexual infantojuvenil. Em São Paulo, os policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva. Do mesmo modo, executaram um mandado de busca e apreensão. O suspeito, de acordo com as investigações, atuava diretamente na difusão de conteúdos de abuso sexual infantil. Com ele, os agentes localizaram materiais criminosos. Portanto, o prenderam em flagrante. O crime se enquadra no artigo 241-B do ECA. Assim, ele responde por armazenamento de material de exploração sexual infantojuvenil.

Investigações seguem para identificar outros envolvidos

Simultaneamente, em Palmas, os policiais realizaram buscas. Mais precisamente, na residência de outro interlocutor. Esse indivíduo, conforme as apurações, mantinha contato com o primeiro detido. O objetivo era consolidar a prova material. A Polícia Civil queria comprovar o armazenamento. Além disso, investigar o compartilhamento desses conteúdos. Os agentes também pretendiam coibir eventuais planos. Esses planos incluíam a produção de novos vídeos ilícitos. As investigações, aliás, revelaram indícios de zoofilia. Dessa forma, a situação se mostrou ainda mais chocante. O preso, então, seguiu para o sistema penitenciário. Por fim, a análise dos materiais apreendidos continua. A Polícia Civil busca identificar outros possíveis envolvidos. Portanto, a investigação está longe de terminar.

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Redação 104 News

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