PARANA

Justiça afasta vereador por suspeita de loteamento ilegal

A Justiça determinou o afastamento cautelar de um vereador de Guarapuava nesta terça-feira (24). O pedido, por sua vez, partiu do Núcleo de Guarapuava do Gaeco. O Juízo da 2ª Vara Criminal, então, acolheu os argumentos do Ministério Público. A medida, afinal, foi decretada no âmbito da Operação Terra Prometida. A operação, por sinal, apura crimes cometidos pelo agente público. Os fatos, por exemplo, ocorreram quando ele era secretário municipal de Habitação. O cargo, afinal, foi ocupado em 2024.

Denúncia criminal

O MPPR ofereceu denúncia criminal contra o vereador e três ex-assessores. Os crimes apurados, por sua vez, são graves e variados. Corrupção passiva e estelionato, por exemplo, estão na lista. Loteamento ilegal e lavagem de dinheiro também aparecem. A Justiça, então, recebeu formalmente a denúncia. A ação penal, portanto, teve início oficialmente.

Loteamento irregular

As investigações apontaram um esquema criminoso organizado. Os denunciados, por sua vez, teriam loteado uma área pública. O terreno, afinal, pertencia ao Município. Eles ofereciam os lotes, então, a moradores de Guarapuava. Os valores cobrados, por exemplo, chegavam a R$ 50 mil. Os pagamentos, afinal, eram exigidos em troca dos imóveis. As negociações, porém, eram totalmente ilegais.

Caso específico

As apurações identificaram um caso específico. Uma moradora, por exemplo, foi induzida a erro. Ela acreditava, então, estar adquirindo um lote na Vila Bela. O valor pago, por sinal, foi de R$ 30 mil. Os investigados receberam o dinheiro, porém, sem legalidade. A transferência do imóvel, afinal, era impossível. A vítima, portanto, foi enganada pelos criminosos.

Afastamento cautelar

O Juízo acolheu os argumentos do Ministério Público. A gravidade dos fatos, por exemplo, foi determinante. A preservação da instrução processual, além disso, também pesou. O vereador, afinal, continua em funções habitacionais. Ele integra, por exemplo, o Conselho Gestor do Fundo Municipal. A tentativa de interferência nas investigações, por sinal, foi outro fator. O assessor do gabinete, afinal, tentou atrapalhar as apurações. A decisão, portanto, foi necessária para garantir a Justiça. 

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Redação 104 News

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