Operação Gomorra combate crimes sexuais contra crianças e adolescentes
Operação Gomorra cumpre mandados em Xambrê e investiga exploração sexual, importunação e conteúdo de violência sexual infantil.

A Operação Gomorra mobilizou equipes do Gaeco e da Polícia Civil nesta sexta-feira, 11 de setembro. Além disso, a ação ocorreu em Xambrê, no Noroeste do Paraná. O Núcleo de Umuarama do Gaeco atuou em conjunto com a 7ª Subdivisão Policial. Dessa forma, a força-tarefa apura exploração sexual, importunação sexual e produção de conteúdo de violência sexual. Esses crimes envolvem criança ou adolescente. Além do mais, a investigação busca armazenamento desse tipo de material. Por isso, as equipes cumprem mandados judiciais no município.
Equipes cumprem mandados judiciais
Durante a operação, as equipes cumpriram três mandados de busca e apreensão. Também cumpriram dois mandados de busca pessoal. Além disso, cumpriram dois mandados de prisão preventiva. O Juízo de Garantias de Xambrê expediu todos os mandados. Consequentemente, todos os alvos estão no município de Xambrê. Durante as ações, a polícia prendeu uma pessoa em flagrante. A prisão ocorreu por posse ilegal de munições. Em seguida, os agentes apreenderam documentos, anotações e celulares. A polícia periciará e analisará esse material. Dessa forma, as investigações podem avançar.
Investigação nasceu de outra operação
As investigações começaram após a Operação Res Privata. Essa operação ocorreu em 4 de março de 2026. Durante aquela ação, os agentes apreenderam provas. Logo após, o encontro fortuito dessas provas ajudou a nova apuração. Conforme o Ministério Público, as evidências indicam participação de dois agentes públicos. Um deles é o presidente da Câmara Municipal. Já o outro é o secretário municipal de Cultura. Em tese, eles praticaram crimes contra ao menos dezesseis vítimas. Por isso, a Operação Gomorra busca esclarecer os fatos. Além disso, a apuração envolve possíveis crimes sexuais contra menores.
Apoio e providências
Enquanto isso, a Polícia Civil do Paraná apoiou a operação. Do mesmo modo, a 7ª Subdivisão Policial de Umuarama participou da força-tarefa. Além disso, o Gaeco, do Ministério Público do Paraná, coordenou os trabalhos. Nesse sentido, a ação busca responsabilizar os envolvidos. Também busca proteger crianças e adolescentes. Por outro lado, as autoridades não divulgaram nomes dos investigados. Assim, o caso segue sob sigilo judicial. Por fim, a força-tarefa cumpriu os mandados. Depois, o material que os agentes apreenderam segue para análise. Portanto, a operação representa resposta do sistema de justiça. Além disso, a sociedade pode colaborar com denúncias anônimas. Inclusive, o Disque 100 recebe denúncias de violência sexual infantil. Enquanto isso, as investigações continuam.
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