Goleiro Bruno é preso em São Pedro da Aldeia após quase dois meses foragido
A prisão do goleiro Bruno aconteceu na noite desta quinta-feira (7) no Rio de Janeiro. Ele descumpriu regras da liberdade condicional.

A Polícia Militar prendeu o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza na noite desta quinta-feira (7). A ação aconteceu em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. O jogador, de acordo com a Secretaria de Polícia Militar, estava foragido desde o dia 11 de março. A Justiça expediu um mandado de prisão contra ele naquela data. O motivo, segundo as autoridades, foi o descumprimento das regras da liberdade condicional. Dessa forma, o goleiro perdeu o benefício concedido anteriormente.
As equipes policiais se deslocaram até a Rua A, s/n, em São Pedro da Aldeia. No local, os agentes localizaram o jogador sem dificuldades. Durante a ação, o acusado não apresentou qualquer resistência. Ele colaborou integralmente com as equipes policiais. Os agentes, então, o conduziram à 125ª Delegacia de Polícia. O objetivo foi cumprir o mandado de prisão expedido pela Justiça. O goleiro, portanto, voltará ao sistema prisional. Ele deve cumprir a pena no regime semiaberto.
Justiça considerou que Bruno se ausentou do Rio sem autorização
A Vara de Execuções Penais tomou a decisão de revogar o benefício. O goleiro, de acordo com a Justiça, se ausentou do estado do Rio de Janeiro. Ele não solicitou autorização judicial para essa mudança. O descumprimento das regras, portanto, motivou a perda da liberdade condicional. O jogador, agora, precisará voltar à prisão imediatamente. Ele cumprirá o restante da pena no regime semiaberto.
Em 2013, o Tribunal condenou o goleiro por um crime brutal. A sentença foi de 23 anos de prisão. Bruno assassinou Eliza Samudio, sua ex-namorada. O homicídio foi triplamente qualificado, de acordo com a sentença. Além disso, o jogador respondeu por sequestro e ocultação de cadáver. Eliza Samudio desapareceu em junho de 2010. O caso, na época, chocou o país inteiro. O goleiro, agora, enfrentará novamente o cárcere. A Justiça, mais uma vez, age para garantir o cumprimento da pena.
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