Na noite de sábado (15), por volta das 20h38, a Polícia Militar de Alto Piquiri atendeu uma denúncia anônima sobre agressão de uma mulher grávida nas proximidades da rodoviária.
Segundo o denunciante, um homem agredia sua convivente com socos, puxões de cabelo e empurrões. Além disso, ele enviou vídeo comprovando as agressões.
Embora o casal não estivesse no primeiro local indicado, populares confirmaram os fatos. Por isso, os policiais intensificaram as buscas nas imediações.
Logo em seguida, a equipe encontrou a vítima caída na via pública, com lesões na cabeça, rosto, couro cabeludo e escoriações visíveis nos joelhos.
A mulher grávida relatou que o companheiro a agrediu por ciúmes. Ela também informou estar grávida de quatro meses e manifestou interesse em representar.
Ambos apresentavam sinais de embriaguez alcoólica. No entanto, o autor negou as agressões e alegou que apenas tentava segurá-la durante o desentendimento.
Diante das evidências, os policiais deram voz de prisão ao indivíduo e o conduziram à Delegacia de Polícia de Iporã para os procedimentos legais.
A violência doméstica é um fenômeno que não distingue classe social, raça, etnia, religião, orientação sexual, idade e grau de escolaridade. Todos os dias, somos impactados por notícias de mulheres que foram assassinadas por seus companheiros ou ex-parceiros. Na maioria desses casos, elas já vinham sofrendo diversos tipos de violência há algum tempo, mas a situação só chega ao conhecimento de outras pessoas quando as agressões crescem a ponto de culminar no feminicídio.
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